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“Não houve progressos nos aspetos mais importantes”. Mais um dirigente da UGT vota contra o acordo

Na semana em que o Presidente da República ouve os parceiros sociais, a oposição da UGT à versão final apresentada pelo Governo fica cada vez mais clara. Carlos Alves, secretário executivo da UGT e responsável pela análise jurídica, anunciou esta terça-feira o voto contra.

13:17

Na véspera das audições promovidas pelo Presidente da República e a dois dias do secretariado nacional da UGT a oposição da central sindical à proposta fica cada vez mais clara.

Mário Mourão, secretário-geral da UGT, . Sérgio Monte, secretário-geral adjunto disse no sábado que acredita que a UGT irá “quase” de certeza rejeitar a versão final. Carlos Alves, secretário executivo da UGT revelou esta terça-feira que também votará contra o acordo, no secretariado nacional marcado para quinta-feira.

“Irei votar negativamente”, afirmou Carlos Alves, que é também o responsável jurídico da UGT, numa conferência sobre trabalho organizada pelo jornal Eco. “Não houve progressos nos aspetos mais importantes”, justificou. “Não sei se a minha posição será maioritária no secretariado nacional da UGT uma vez que levamos muito a sério” a decisão tomada pelos órgãos, onde estão representadas diferentes tendências, disse, remetendo a decisão final para quinta-feira.

Em todo o caso, a oposição de dirigentes de topo da UGT sucede-se, apesar dos apelos do Governo a um entendimento com base numa proposta que a ministra do Trabalho já considerou que “não é a mais adequada”.

Esta terça-feira, na mesma conferência, Rosário Palma Ramalho tinha desafiado a UGT a “honrar a sua tradição de diálogo, reformismo e compromisso com o país”, embora tenha reiterado a seguir que sem entendimento o documento segue para o Parlamento.

Questionada pelos jornalistas, a ministra não se quis comprometer nem com uma data exata para a conclusão do processo – reiterando apenas que estará para breve – nem com o conteúdo do documento que, sem acordo, chegará ao Parlamento, e que já disse que ficará "a meio caminho" entre a versão de julho e a que foi preparada para avaliação pelos órgãos da UGT. A decisão, sustentou, será de todo o Governo.

 

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