pixel

Negócios: Cotações, Mercados, Economia, Empresas

Notícias em Destaque

Escolha o Jornal de Negócios como "Fonte Preferida"

Veja as nossas notícias com prioridade, sempre que pesquisar no Google.

Adicionar fonte

Orçamento do Estado para 2014 foi aprovado com um voto contra do CDS

O principal documento de gestão financeira do Estado para 2014 foi aprovado. Rui Barreto voltou a repetir o chumbo ao Orçamento. Oposição chumbou em bloco.

parlamento assembleia da republica
parlamento assembleia da republica Miguel Baltazar
26 de Novembro de 2013 às 14:04

A maioria PSD/CDS fez aprovar em votação final global o Orçamento do Estado para 2014. As duas bancadas votaram a favor da aprovação do diploma, mas não de forma unânime: o deputado do CDS eleito pelo círculo da Madeira, Rui Barreto, voltou a votar contra o Orçamento, tal como tinha feito no OE 2013.

Os quatro partidos da oposição votaram de forma unânime o chumbo do Orçamento. O diploma deverá seguir agora para a redacção final e só depois será enviado para Cavaco Silva, que terá de decidir se o promulga ou, como exige a oposição, solicita a fiscalização preventiva ao Tribunal Constitucional.

Na maioria houve ainda 12 declarações de voto. Quatro delas foram apresentadas pelos deputados do PSD eleitos pela Madeira: Guilherme Silva, Hugo Velosa, Cláudia de Aguiar e Correia de Jesus. As restantes oito foram apresentadas pelos deputados Pedro Roque, Artur Rêgo, Mercês Borges, Arménio Santos, Bruno Vitorino, Laura Esperança, Ester Vargas e Isilda Aguincha.

As Grandes Opções do Plano para 2014 também foram aprovadas com o mesmo sentido de voto: votos a favor de PSD e CDS e votos contra dos restantes partidos. Termina assim um processo orçamental que começou com a entrega do documento, a 15 de Outubro. Desde então, os deputados ouviram diversos sectores e apresentaram no total 669 propostas de alteração ao diploma. Da oposição só foram aprovadas sete – quatro do PS e uma do Bloco, PCP e Verdes.

O Orçamento do Estado para 2014 vai iniciar os cortes salariais na Função Pública nos 675 euros – a principal alteração apresentada pelos partidos da maioria (o Governo tinha proposto cortar salários a partir dos 600 euros) e mantém a sobretaxa de IRS em 3,5%. O IVA da restauração também continua nos 23%.

Ver comentários
Publicidade

C-Studio é a marca que representa a área de Conteúdos Patrocinados do universo Medialivre.
Aqui as marcas podem contar as suas histórias e experiências.

Publicidade

C-Studio é a marca que representa a área de Conteúdos Patrocinados do universo Medialivre.
Aqui as marcas podem contar as suas histórias e experiências.

Publicidade

C-Studio é a marca que representa a área de Conteúdos Patrocinados do universo Medialivre.
Aqui as marcas podem contar as suas histórias e experiências.