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Despesas com privatização do BPN quase triplicam para 29,5 milhões

A privatização do BPN continuará a pesar nas contas do Estado este ano. Os gastos relacionados com a venda do banco nacionalizado em 2008 irão quase triplicar para 29,5 milhões, prevê a proposta de Orçamento do Estado.

Bruno Simão
Maria João Gago mjgago@negocios.pt 05 de Fevereiro de 2016 às 20:56
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As despesas com a privatização do BPN, concluída em 2011, vão praticamente triplicar este ano, totalizado 29,5 milhões de euros, de acordo com a proposta de Orçamento do Estado para 2016.

 

No ano passado, os gastos relacionados com a venda do banco que o primeiro Governo de José Sócrates nacionalizou em Novembro de 2008 foram de 11,7 milhões de euros.

 

A proposta de Orçamento do Estado não especifica qual a origem das despesas relacionadas com a privatização do BPN e qual a razão para que estes encargos quase tripliquem em 2016.

Além da informação sobre o aumento deste gasto, a única referência da proposta de Orçamento do Estado ao universo BPN é sobre o Banco Efisa, antigo banco de investimento da instituição alvo de nacionalização em 2008. "
Em 2015, as contas das administrações públicas estão largamente influenciadas pelo registo como despesa das injecções de capital no Banco EFISA", esclarece o relatório, sem especificar o valor destes aumentos de capital.

Como o Negócios noticiou, desde que assumiu o controlo do Efisa, em 2012, o Estado injectou 90 milhões de euros em aumentos de capital do banco de investimento.
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