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STE: "Vamos diminuir remunerações e perder poder de compra"

Numa primeira reação à proposta que determina aumentos de 52 euros em janeiro para a maioria dos funcionários, o STE alerta para a perda de poder de compra.

Sérgio Lemos
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Numa primeira reação à proposta do Governo, que pretende que os salários da maioria dos trabalhadores do Estado subam 52 euros no próximo ano, com variações de entre 2% e 8%, o Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado alerta para perdas de poder de compra.

"O Governo apresentou-nos uma proposta que não tem em conta os valores da inflação. Não é igual para todos os trabalhadores. É diferente consoante as remunerações recebidas. Há claramente uma perda de poder de compra", disse Helena Rodrigues (na foto), presidente da estrutura que reinvidicava subidas gerais de 7%.

"Vamos diminuir remunerações e fazer perder poder de compra", referiu, referindo-se a quebras reais de salários, ou seja, a aumentos abaixo da inflação que o próprio Governo estima em 7,4% para este ano.

"Pensávamos que o Governo podia fazer melhor", por não estar condicionado a metas orçamentais no próximo ano, argumentou. Em todo o caso, o STE vai analisar a proposta com mais calma. 

Em linhas gerais, a proposta, que aqui explicamos, prevê um aumento de 52 euros (um valor fixo) para quem ganha até cerca de 2.600 e uma subida de 2% para quem ganha mais.

O Governo está hoje reunido com os sindicatos da Função Pública para discutir a proposta de aumentos para o próximo ano.

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