Presidente da AD&C considera que é "prematura" uma nova reprogramação do PT2030
A presidente da Agência para o Desenvolvimento e Coesão (AD&C), Cláudia Joaquim, considera que é "prematuro" falar de uma nova reprogramação do Portugal 2030, devido aos danos provocados pelas tempestades. "O Portugal 2030 teve uma forte reprogramação, no âmbito da revisão intercalar, que é a reprogramação mais estrutural", diz numa entrevista ao Eco, publicada nesta segunda-feira.
Cláudia Joaquim lembra que ainda estão a ser feitas contas aos prejuízos e que a ideia é executar dentro da última reprogramação, ou seja, tentar encaixar os projetos que forem possíveis dentro das elegibilidades que já existem. Diz ainda que não está tranquila com a atual taxa de execução do PT2030, que este ano enfrenta novamente a chamada "regra da guilhotina" que obriga a ter um nível de execução mínimo por programa. "Estar tranquilo não é a expressão. Nunca", salienta.
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Sobre o PTRR – Portugal, Transformação, Recuperação e Resiliência, considera que é uma oportunidade de definir primeiro as políticas e só depois quais as fontes de financiamento das mesmas, sejam elas europeias ou nacionais. "Não ser a fonte de financiamento a determinar a medida de política, mas ser a medida de política a ser definida e depois fazer-se a avaliação se o financiamento é com fundos europeus ou é com financiamento nacional ou qualquer que seja", defende.
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