Carga fiscal sobre o trabalho voltou a descer, mas pouco, em 2025
Indicador principal da OCDE, que tem em conta solteiros sem filhos, voltou a registar uma melhoria em 2025, mas menor do que a do ano anterior. Famílias monoparentais com rendimentos mais baixos ainda viram subir ligeiramente a taxa efetiva de imposto.
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O indicador principal da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) para comparar a carga fiscal sobre o trabalho nos diferentes países do grupo voltou, em 2025, a registar uma descida, ainda que bem mais ligeira do que aquela que ocorreu no ano anterior. Portugal, que mantém ainda uma carga fiscal acima da média, regista assim progressos pelo segundo ano consecutivo, continuando a distinguir-se face a uma maioria de países nos quais o peso que IRS e contribuições sociais têm no conjunto dos custos de trabalho subiu.