Draghi diz que EUA não teriam de se esforçar muito para estabilizar dívida com ajuda da IA
Mario Draghi considera que, com o impulso da IA, os EUA não precisariam de grandes esforços para estabilizar a dívida, que já supera os 40 biliões de dólares. Mas avisa que o défice continua a subir sem ninguém o travar.
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O antigo presidente do Banco Central Europeu (BCE) Mario Draghi, que em 2012 prometeu fazer "o que fosse preciso" para salvar o euro, considera que os EUA não teriam de se esforçar muito para estabilizar a dívida pública, desde que os políticos chegassem a acordo para cortar o défice. A seu favor, diz, joga o impulso que a inteligência artificial (IA) tem dado à maior economia do mundo.