EUA vão "assumir o controlo da Venezuela" e do petróleo, diz Trump
Acompanhe, ao minuto, a evolução da situação política na Venezuela neste sábado após operação militar da Administração norte-americana.
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- "Ninguém quer o regresso de Maduro", diz Paulo Rangel
- Maduro deverá chegar ainda este sábado a Nova Iorque
- Marcelo e Montenegro focados "no restabelecimento da democracia". Venezuela será tema no Conselho de Estado
- "Se estivesse em Havana estaria preocupado", diz Rubio
- Trump divulga a primeira imagem de Nicolás Maduro capturado
- EUA vão “assumir o controlo da Venezuela”, diz Trump
- EUA acusam Maduro de aproveitar o poder para promover atividades ilegais
- Corina Machado diz que Edmundo Gonzalez deve assumir o poder
- EUA terão "forte participação" na indústria petrolífera venezuelana
- Venezuelanos no Chile celebram afastamento de Maduro
- Nações Unidas "profundamente alarmadas" com ataque dos EUA
- Trump diz que Maduro não terá sucessor do seu regime
- Trump diz que "algo terá de ser feito com o México"
- Ataque dos EUA não atingiu estrutura petrolífera da Venezuela
- EUA estão agora a decidir futuro da Venezuela, diz Trump
- Trump "ofereceu várias saídas" a Maduro, afirma J.D. Vance
- Lula diz que ataque dos EUA e captura de Maduro "ultrapassam linha inaceitável"
- “Todos devemos respeitar o direito internacional”, diz Starmer
- Von der Leyen apela a "transição pacífica e democrática" na Venezuela
- Porta-vozes de Maria Corina Machado recusam comentar operação dos EUA
- Ministro do Interior da Venezuela fala em "ataque contra a Venezuela"
- As imagens do ataque norte-americano em Caracas
- Procuradora-geral dos EUA diz que Maduro está indiciado de "conspiração para narcotráfico"
- António Costa acompanha situação na Venezuela "com grande preocupação"
- Governo brasileiro convoca reunião de emergência após a captura de Maduro
- Cuba acusa os EUA de "terrorismo de Estado" contra a Venezuela
- Governo venezuelano pede reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU
- Kaja Kallas falou com Mark Rubio e apela à contenção
- Diplomacia dos EUA diz que "Maduro responderá pelos seus crimes perante a Justiça"
- Madrid oferece-se para mediar crise após ataques dos EUA à Venezuela
- Diplomacia norte-americana descarta mais ataques à Venezuela para já
- Vídeo mostra ataque dos EUA em Caracas e na cidade costeira de Higuerote
- Vice-presidente da Venezuela desconhece paradeiro de Maduro e exige aos EUA prova de vida
- Trump diz que Maduro foi capturado após ataque em grande escala dos EUA
O ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, afirmou este sábado, muma declaração è imprensa sobre a situação na Venezuela que "no médio prazo grande orientação é fazer tudo para garantir que deste processo de transição pode sair uma presidência democrática que vá ao encontro da vontade que venezueçlanos demonstraram e que não foi respeitada por Nicolás Maduro"
Lembrando que Portugal nunca reconheceu a legitimidade do governo de Maduro,Paulo Rangel disse que a preocupação do Governo é que "qualquer que seja a leitura que se tenha dos acontecimentos de hoje a pergunta que se faz é como é que se repõe a legalidade internacional".
"Eu pergunto: defendem que Maduro regresse à presidência da Venezuela? Acho que ninguém defende essa opção". "Ninguém quer o regresso de Maduro, nem os mais ferozes defensores da tese da ilegitimidade do ataque, nem dos que têm posições mais anti-americanas vão defender o regresso deste presidente", disse ainda o governante.
Para Paulo Rangel, “agora, o que importa é construir um governo legítimo” e “trabalhar para uma situação que traga democracia, estabilidade e governabilidade à Venezuela”.
Em sua opinião, “a solução Edmundo González a prazo é talvez a preferida”. “Não pode ser no imediato porque a situação no terreno não é clara”, explicou, salientando que “há um candidato que foi claramente vencedor e ele será com certeza um presidente legítimo”.
No entanto, admitiu também que “podem os próprios envolvidos fazer um novo processo eleitoral”.
O Presidente deposto da Venezuela, Nicolás Maduro, deverá chegar ainda este sábado a Nova Iorque, no mesmo dia em que foi capturado em Caracas por militares dos Estados Unidos, depois de uma paragem na base de Guantánamo, em Cuba.
O Presidente da República e o primeiro-ministro reuniram-se este sábado e afirmaram-se "focados no futuro e no restabelecimento de uma democracia plena" na Venezuela, após a deposição do líder venezuelano por forças militares dos Estados Unidos.
"Estamos focados no futuro e no restabelecimento de uma democracia plena onde os venezuelanos escolham livremente o seu futuro", lê-se numa publicação de Luís Montenegro na rede social X.
"Não tendo reconhecido os resultados das eleições de 2024, tomamos nota das declarações e garantias do Presidente Donald Trump e constatamos o papel dos EUA na promoção de uma transição estável, pacífica, democrática e inclusiva na Venezuela com a maior brevidade possível", acrescenta Montenegro.
Já Marcelo Rebelo de Sousa disse numa nota publicada no site da Presidência da República que "reuniu este fim de tarde, por videoconferência, com o primeiro-ministro e com o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, para analisar o futuro na sequência da situação na Venezuela e, em particular, no que diz respeito à muito numerosa comunidade portuguesa".
"Foi também acordado acrescentar este ponto à reunião do Conselho de Estado de dia 9 de janeiro", anunciou.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse na conferência de imprensa deste sábado que Cuba é "um caso muito semelhante" ao da Venezuela, que foi alvo de um ataque dos EUA esta madrugada.
Se "estivesse em Havana, estaria preocupado, mesmo que fosse só um pouco", acrescentou o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio.
Donald Trump afirmou também que o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, "tem que ficar atento" após a captura de Nicolás Maduro pelas forças americanas. "Ele [Gustavo Petro] tem rotas de cocaína, tem fábricas onde é produzida cocaína, que depois envia para os EUA", frisou.
O presidente dos Estados Unidos divulgou uma fotografia nas redes sociais de Nicolás Maduro a bordo do navio USS Iwo Jima.
Na imagem, Maduro parece estar algemado, com óculos de sol e auscultadores de proteção nos ouvidos e segura uma garrafa de água.
O presidente norte-americano anunciou este sábado em conferência de imprensa que os Estados Unidos vão “assumir o controlo da Venezuela” na sequência do ataque desta madrugada que terminou com a captura de Nicolás Maduro.
Donald Trump afirmou que os EUA vão assegurar a gestão do país durante o tempo necessário para que uma transição "segura" e "adequada" tenha lugar.
“Vamos ficar até haver transição”, disse, acrescentando que “não está excluída uma segunda omda de ataques, muito maior na verdade”.
“Queremos paz, liberdade e justiça para o grande povo da Venezuela", afirmou ainda Trump.
Trump disse ainda que irá reconstruir e controlar a infraestrutura petrolífera do país para conseguir “fazer dinheiro”, acusando o regime de Maduro de ter roubado essa infraestrutura “como se fôssemos bebés” e garantindo que isso não vai voltar a acontecer. "Toda a indústria petrolífera, mesmo a que foi roubada aos EUA, vai ser controlada pela indústria petrolífera americana", frisou ainda, acrescentando que "vamos vender petróleo a outros países".
"Vamos fazer muito dinheiro com a Venezuela, vai ser governada de forma muito justa", disse, acrescentando, sem referir nomes, que será "um grupo de americanos muito capazes que irá colocar a Venezuela nos carris". "Não há ninguém para tomar conta", frisou.
Na conferência de imprensa, Trump disse ainda que o secretário de Estado Marco Rubio "já conversou longamente" com a vice-presidente Delcy Rodríguez, que "colocou-se à disposição".
Referiu também que ainda não contactou a líder da oposição María Corina Machado após o ataque que lançou na Venezuela, mas expressou dúvidas sobre a capacidade desta para assumir as rédeas do país. "Ela não tem [suficiente] apoio dentro do país, não tem respeito dentro do país", afirmou Trump.
O Departamento de Justiça dos EUA divulgou a acusação formal contra Nicolás Maduro e a sua mulher por alegado envolvimento em conspiração de narcoterrorismo.
Segundo as agências de notícias internacionais, Maduro é acusado de liderar um "governo corrupto e ilegítimo que, durante décadas, aproveitou o poder governamental para proteger e promover atividades ilegais, incluindo o tráfico de drogas".
A acusação alega ainda que as atividades de tráfico de drogas "enriqueceram e consolidaram a elite política e militar da Venezuela".
As autoridades americanas acusam Maduro de ter feito parceria com "alguns dos traficantes de drogas e narcoterroristas mais violentos e prolíficos do mundo" para trazer toneladas de cocaína para os EUA e estimam que até 250 toneladas de cocaína foram traficadas através da Venezuela até 2020.
As drogas foram transportadas em embarcações rápidas, barcos de pesca e navios porta-contentores ou através de aviões a partir de pistas de aterragem clandestinas, alegam as autoridades.
A líder da oposição venezuelana, Maria Corina Machado, disse este sábado que Edmundo Gonzalez deve assumir o poder na Venezuela, na sequência dos ataques dos Estados Unidos e da captura de Nicolás Maduro.
A também Nobel da Paz de 2025 disse que Gonzalez deve assumir a presidência do país como líder interino e que será a a oposição a levar a ordem e a libertar os presos políticos na Venezuela.
Os Estados Unidos terão uma "forte participação" na indústria petrolífera venezuelana após a operação levada a cabo este sábado para capturar o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, declarou o presidente Donald Trump à Fox News.
"Temos as maiores empresas petrolíferas do mundo, as maiores, e vamos estar muito envolvidos nisso", afirmou o presidente, que confirmou que Maduro e a sua mulher estão num navio militar a caminho de Nova Iorque para serem apresentados à justiça.
Em Santiago do Chile, muitos venezuelanos saíram à rua para celebrar a ação dos Estados Unidos contra o regime de Nicolas Maduro, segundo as agências internacionais e media locais.
Com bandeiras venezuelanas e dos EUA, muitos venezuelanos no Chile gritavam "liberdade, liberdade", ao mesmo tempo que aplaudiam a iniciativa dos EUA, que muitos consideram "ilegal" à luz do direito internacional.
As Nações Unidas afirmaram este sábado estar "profundamente alarmadas" com os ataques dos Estados Unidos à Venezuela e com a detenção do presidente Nicolás Maduro.
A organização liderada por António Guterres expressou preocupação com o facto de a escalada constituir uma violação do direito internacional.
"Estes acontecimentos constituem um precedente perigoso", afirmou Stéphane Dujarric, porta-voz do secretário-geral da ONU, num comunicado citado pelas agências de notícias internacionais.
Stéphane Dujarric disse ainda que a ONU está preocupada com as implicações mais amplas para a América Latina e as Caraíbas e exortou "todos os atores na Venezuela" a respeitar os direitos humanos e o Estado de direito.
O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que os Estados Unidos não deixarão nenhum membro do regime venezuelano suceder ao seu homólogo, Nicolás Maduro.
"Não podemos correr o risco de deixar alguma outra pessoa tomar o seu lugar e prosseguir o seu caminho", afirmou numa entrevista à Fox News.
"Estaremos muito envolvidos. E queremos levar liberdade ao povo", disse ainda, acrescentando que a operação das forças americanas demonstrou que Washington "não se deixará intimidar".
A líder da oposição venezuelana María Corina Machado escusou-se até agora a comentar o ataque dos EUA.
Donald Trump disse este sábado que a operação levada a cabo pelos Estados Unidos na Venezuela "não tinha a intenção" de ser uma mensagem para o México, mas depois propôs à presidente mexicana Claudia Sheinbaum que os EUA "eliminassem" os cartéis no seu país e sugeriu que os EUA poderiam tomar medidas.
"Somos muito amigos dela, ela é uma boa mulher. Mas os cartéis estão a controlar o México. Ela não está a controlar o México. Os cartéis estão a controlar o México", afirmou Trump.
O presidente dos EUA disse que perguntou várias vezes a Sheinbaum se "gostaria que eliminássemos os cartéis?", mas ela disse que não. "Algo terá de ser feito com o México", acrescentou Trump.
A produção de petróleo da Venezuela, controlada pelo Estado, opera normalmente este sábado e não sofreu nenhum dano no ataque dos EUA, disseram fontes próximas da Petróleos de Venezuela (PDVSA).
De acordo com as agências de notícias internacionais, o porto de La Guaira, próximo de Caracas e um dos maiores do país, terá sofrido graves danos, segundo uma das fontes.
A Venezuela possui as maiores reservas de petróleo do mundo.
Os Estados Unidos estão agora a decidir o que fazer com a Venezuela após a captura de Maduro. "Estaremos muito envolvidos nisso", disse Donald Trump em declarações à Fox News.
O Presidente norte-americano disse ainda que os EUA passarão a estar "fortemente envolvidos" com a indústria petrolífera da Venezuela.
Revelou ainda que Nicolás Maduro “tentou negociar” após ser detido pelas forças norte-americanos. “Eu disse que não”, afirmou Trump.
Referiu ainda à Fox News que Maduro está a caminho de Nova Iorque, para onde está a ser levado num navio da Marinha norte-americana e adiantou que o ataque dos EUA estava previsto acontecer há quatro dias, mas foi adiado devido às condições climáticas.
O vice-presidente dos Estados Unidos, J.D. Vance, afirmou este sábado que o presidente norte-americano deu várias saídas a Nicolas Maduro e que deposição do presidente venezuelano é a "a prova de que Trump fala a sério".
"O presidente [Trump] ofereceu várias saídas [a Maduro], mas foi muito claro ao longo de todo o processo: o tráfico de drogas deve parar e o petróleo roubado deve ser devolvido aos Estados Unidos", escreveu J. D. Vance na rede social X.
Para Vance, "Maduro é a mais recente pessoa a descobrir que o presidente Trump fala sério".
Num outro post, o vice-presidente dos EUA deixou também aquilo que apelidou de "aviso público" a todos os que consideram a ação dos Estados Unidos "ilegal".
"Maduro tem várias acusações nos Estados Unidos por narcoterrorismo. Não se pode escapar da justiça pelo tráfico de drogas nos Estados Unidos só porque se mora num palácio em Caracas", argumentou.
O presidente brasileiro afirmou este sábado que os ataques dos Estados Unidos à Venezuela e a captura de Nicolás Maduro "ultrapassam uma linha inaceitável" e representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela.
Na rede social X, Lula da Silva disse ainda que "a ação lembra os piores momentos da interferência na política da América Latina e do Caribe" e que a comunidade internacional, através da ONU, precisa de responder de forma vigorosa a esse episódio.
O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, afirmou este sábado que todos os países devem “respeitar o direito internacional”, na sequência do anúncio feito pelo presidente norte-americano, Donald Trump, da “captura” do seu homólogo venezuelano, Nicolás Maduro.
Keir Starmer disse ainda que o Reino Unido não esteve envolvido "de forma alguma" nos ataques liderados pelos EUA contra a Venezuela e que ainda não tinha falado com o presidente dos EUA sobre a operação norte-americana.
Questionado se condenava a ação dos EUA, o primeiro-ministroi britânico disse pretender "estabelecer os factos" e falar primeiro com Trump sobre a "situação em rápida evolução".
A presidente da Comissão Europeia publicou uma mensagem na rede social X afirmando estar a acompanhar a situação na Venezuela "muito de perto", a exemplo do que já tinham feito António Costa, presidente do Conselho Europeu, e Kaja Kallas, Alta Representante da UE para os Negócios Estrangeiros.
Na mensagem, Ursula von der Leyen adiantou que a Comissão Europeia está "ao lado do povo venezuelano", apoiando "uma transição pacífica e democrática" no país, depois do ataque norte-americano que retirou Nicolas Maduro, presidente da Venezuela, do país.
"Qualquer solução deve respeitar o direito internacional e a Carta das Nações Unidas", enfatizou Von der Leyen.
Os porta-vozes da líder da oposição venezuelana Maria Corina Machado recusaram-se a comentar a operação dos EUA.
Maria Corina Machado foi vista pela última vez em público no mês passado, quando saiu de 11 meses de clandestinidade e viajou para a Noruega, onde foi homenageada com o Prémio Nobel da Paz.
Poucas horas depois do ataque norte-americano que retirou o Presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, do país, o ministro do Interior da Venezuela fez uma declaração nas imediações do palácio presidencial de Miraflores.
"Estamos aqui na capital, Caracas, após avaliar os danos causados pelo ataque criminoso, o ataque terrorista contra o nosso povo, contra a nossa pátria, contra as nossas instalações elétricas, contra a revolução bolivariana e contra aqueles que nada têm a ver com a revolução bolivariana", afirmou Diosdado Cabello rodeado de elementos das forças policiais.
Para Cabello, um dos rostos mais relevantes do regime de Maduro, este é "um ataque contra a Venezuela". "As forças militares, as forças policiais, aqui comigo está um grupo delas, o povo, estão prontos para qualquer situação, para qualquer evento que ameace a paz do nosso país", asseverou.
Um vídeo mostra imagem das explosões em Caracas durante o ataque norte-americano que culminou na retirada de Nicolas Maduro, Presidente da Venezuela, e da mulher, Celia Flores, do país.
A cidade de Caracas ficou quase totalmente sem eletricidade durante a investida das forças militares norte-americanas.
A procuradora-geral norte-americana Pam Bondi revelou este sábado que Nicolas Maduro e a mulher, Celia Flores, foram indiciados no distrito sul de Nova Iorque. Sem se referir quais os crimes pelos quais está indiciada a mulher do Presidente venezuelano, Bondi adianta que no caso de Maduro se trata de "conspiração para narcotráfico".
Segundo Pam Bondi, Maduro foi acusado de "conspiração para narcotráfico, conspiração para importação de cocaína, posse de metralhadoras e dispositivos de destruição e conspiração para posse de metralhadoras e dispositivos de destruição contra os Estados Unidos".
"Eles enfrentarão em breve toda a ira da justiça americana em solo americano, nos tribunais americanos", acrescentou a procuradora-geral norte-americana numa publicação na rede social X.
Bondi encerra a mensagem com "um enorme obrigado aos bravos militares que conduziram a incrível e altamente bem-sucedida operação para capturar estes dois alegados narcotraficantes internacionais".
O presidente do Conselho Europeu, o português António Costa, garantiu este sábado que está "a acompanhar a situação na Venezuela com grande preocupação".
"A União Europeia apela à desaceleração do conflito e a uma resolução que respeite plenamente o direito internacional e os princípios consagrados na Carta das Nações Unidas", escreveu Costa na rede social X.
Segundo o presidente do Conselho Europeu, "a União Europeia continuará a apoiar uma solução pacífica, democrática e inclusiva na Venezuela", ao mesmo tempo que, tal como tinha frisado Kaja Kallas, irá encetar todos os esforços "para garantir a segurança dos cidadãos europeus no país".
O governo brasileiro convocou uma reunião de emergência este sábado para analisar todas as informações disponíveis sobre o ataque militar dos Estados Unidos contra a Venezuela antes de fazer uma declaração oficial, informou o jornal O Globo.
A reunião contará com a presença de representantes dos ministérios das Relações Exteriores e da Defesa, entre outros.
O Brasil tem uma fronteira de dois mil quilómetros com a Venezuela na Amazónia.
A presidência de Cuba condenou este sábado o ataque "criminal" dos EUA contra a Venezuela e apelou à comunidade internacional para que reaja contra o "ataque brutal a uma zona de paz".
Num comunicado, citado pela agências de notícias internacionais, a presidência cubana acusa os EUA de "terrorismo de Estado" contra o povo da Venezuela.
A Venezuela solicitou este sábado uma reunião de emergência do Conselho de Segurança das Nações Unidas, após o ataque militar dos Estados Unidos, que afirmam ter capturado o Presidente Nicolás Maduro.
A atual alta representante da União Europeia para os Negócios Estrangeiros, Kaja Kallas, já reagiu nas redes sociais ao ataque dos EUA sobre a Venezuela. Kallas assume que já falou com o Secretário de Estado Marco Rubio e com o embaixador da UE em Caracas. "A UE está a acompanhar de perto a situação na Venezuela", asseverou na rede social X.
Kaja Kallas escreve também que "a UE afirmou repetidamente que o [Nicolas] Maduro carece de legitimidade", mas que sempre "defendeu uma transição pacífica". "Em todas as circunstâncias, os princípios do direito internacional e da Carta das Nações Unidas devem ser respeitados", frisou a alta representante da UE para os Negócios Estrangeiros, apelando à "contenção".
O vice-secretário de Estado dos EUA, Christopher Landau, afirmou que o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, que foi capturado por soldados norte-americanos na madrugada deste sábado, "finalmente responderá pelos seus crimes perante a Justiça".
O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou esta manhã, depois de os EUA terem lançado ataques aéreos contra alvos civis e militares na Venezuela, que Maduro e a mulher foram capturados.
O Governo espanhol ofereceu-se este sábado para mediar a crise entre a Venezuela e os Estados Unidos, após os ataques aéreos norte-americanos e o anúncio do Presidente Donald Trump da “captura” do homólogo venezuelano, Nicolás Maduro.
"Espanha apela à desescalada e à moderação e a agir sempre no respeito pelo direito internacional", declarou o Ministério dos Negócios Estrangeiros espanhol num comunicado.
Espanha disse-se ainda "disposta a oferecer os seus bons ofícios para chegar a uma solução pacífica e negociada para a crise atual".
Os Estados Unidos da América terminaram para já os ataques militares à Venezuela, afirmou este sábado um senador republicano citando o chefe da diplomacia norte-americana, Marco Rubio.
Os EUA fizeram estre sábado ataques militares para derrubar o regime venezuelano e Donald Trump revelou que Nicolás Maduro foi capturado e retirado do país.
A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, afirmou este sábado desconhecer o paradeiro do Presidente Nicolás Maduro e da primeira-dama, Cilia Flores, após Donald Trump ter confirmado um ataque contra o país e anunciado a captura de ambos.
O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou este sábado que o homólogo da Venezuela, Nicolás Maduro, foi capturado e retirado à força do país, após os Estados Unidos terem realizado um “ataque em grande escala” no país.
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