Estado Islâmico reivindica massacre de Orlando

O grupo extremista Estado Islâmico reivindicou hoje a autoria do tiroteio numa discoteca em Orlando, nos EUA, que provocou 50 mortos, dizendo ter sido cometido por um "soldado do califado".
Reuters
Lusa 13 de Junho de 2016 às 11:46

"Deus permitiu ao irmão Omar Mateen, um dos soldados do califado na América, realizar uma ghazwa (termo islâmico para designar um ataque) durante a qual conseguiu entrar num clube nocturno de sodomitas na cidade de Orlando e matar e ferir mais de 100 deles", refere a informação transmitida pela sua rádio oficial.

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O movimento Estado Islâmico declarou o seu "califado" na Síria e no Iraque em 2014.

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No domingo, a agência de notícias ligada ao grupo extremista, a Amaq, disse que o ataque na discoteca Pulse, principalmente destinada a homossexuais, em Orlando, foi "realizado por um combatente do Estado Islâmico".

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Os órgãos de comunicação social dos EUA divulgaram que o presumível autor do tiroteio, identificado como Omar Mateen, de 29 anos, cidadão norte-americano de origem afegã, seria simpatizante do movimento terrorista.

 

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O FBI admitiu que Omar Mateen, que nasceu em Nova Iorque, já tinha sido investigado, mas sem resultados, por eventuais ligações a um bombista suicida, nos EUA.

 

O mais grave tiroteio em massa, nos EUA, provocou 50 mortos e 53 feridos e está a ser investigado pelo FBI como um "acto terrorista".  

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