Vladimir Putin e Xi Jinping reúnem-se esta tarde. Ucrânia e Taiwan na agenda
O presidente da China, Xi Jinping, encontra-se esta tarde com o homólogo russo, Vladimir Putin. A reunião entre os dois líderes, que terá lugar esta quinta-feira na cidade de Samarkand, no Uzbequistão, tem em vista a discussão de tópicos como a guerra na Ucrânia, as tensões em Taiwan e a aliança crescente entre os dois países.
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O encontro acontece numa altura em que a invasão russa da Ucrânia parece estar a ganhar novos contornos e Moscovo enfrenta perdas militares significativas.
Os dois líderes estão no país a propósito da cimeira da Organização para a Cooperação de Xangai, que decorrerá durante os próximos dois dias. O Kremlin já realçou o "significado especial" do encontro entre Xi e Putin, tendo em conta a situação geopolítica. A aproximação da segunda economia mais poderosa do mundo, a China, com a Rússia, que detém grande parte dos recursos naturais, é vista pelo Ocidente com grande ansiedade. Esta será a primeira reunião presencial entre os dois líderes desde que ambos declararam uma amizade "sem limites" em Pequim, dias antes dos Jogos Olímpicos de Inverno, e de o presidente russo ter ordenado a invasão da Ucrânia. Apesar de não providenciar apoio financeiro ou material militar à Rússia, algo que poderia tornar a China alvo das sanções aplicadas pelos Estados Unidos ou a União Europeia, a potência económica tem-se mostrado sempre muito compreensível quanto à decisão de Moscovo de invadir a Ucrânia. Ainda recentemente, Li Zhanshu, presidente do Comité Permanente da Assembleia Nacional Popular da China e número três do regime chinês, afirmou que os mais altos líderes em Pequim "compreendem completamente a necessidade das ações de Putin". Esta é a primeira viagem de Xi Jinping para fora da China continental desde o início da pandemia.
A aproximação da segunda economia mais poderosa do mundo, a China, com a Rússia, que detém grande parte dos recursos naturais, é vista pelo Ocidente com grande ansiedade.
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Esta será a primeira reunião presencial entre os dois líderes desde que ambos declararam uma amizade "sem limites" em Pequim, dias antes dos Jogos Olímpicos de Inverno, e de o presidente russo ter ordenado a invasão da Ucrânia.
Apesar de não providenciar apoio financeiro ou material militar à Rússia, algo que poderia tornar a China alvo das sanções aplicadas pelos Estados Unidos ou a União Europeia, a potência económica tem-se mostrado sempre muito compreensível quanto à decisão de Moscovo de invadir a Ucrânia.
Ainda recentemente, Li Zhanshu, presidente do Comité Permanente da Assembleia Nacional Popular da China e número três do regime chinês, afirmou que os mais altos líderes em Pequim "compreendem completamente a necessidade das ações de Putin".
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