Mundo Afinal ataque iraniano causou ferimentos em pelo menos 11 militares americanos

Afinal ataque iraniano causou ferimentos em pelo menos 11 militares americanos

Na ressaca do ataque do Irão a bases militares norte-americanas no Iraque, Donald Trump garantiu não haver baixas ou sequer soldados americanos feridos. Agora o exército dos Estados Unidos vem revelar que afinal prestou cuidados médicos a 11 militares americanos por sintomas de concussão.
Afinal ataque iraniano causou ferimentos em pelo menos 11 militares americanos
EPA
Negócios 17 de janeiro de 2020 às 14:34

Donald Trump foi esta quinta-feira desmentido pelo próprio exército norte-americano que garante ter prestado cuidados médicos a 11 militares americanos na sequência dos mísseis lançados pelo Irão contra bases dos Estados Unidos no Iraque. Depois do ataque iraniano, o presidente dos EUA garantiu não terem sido registadas baixas ou soldados americanos feridos.

Esta quinta-feira, o exército norte-americano revelou ter prestado cuidados médicos a 11 militares por sintomas de concussão depois de Teerão ter disparado mísseis contra a base americana de a-Asad. Tanto Trump como o próprio Pentágono reagiram ao ataque com garantias de que não haviam sido registados quaisquer feridos.

"Apesar de nenhum elemento americano ter sido morto no ataque iraniano de 8 de janeiro, vários militares receberam tratamento por sintomas de concussão na sequência da explosão e ainda estão a ser examinados", adiantou ontem a coligação militar que prossegue o combate às forças do autodenominado Estado Islâmico no Iraque e na Síria. Esta coligação é liderada pelos EUA.

De acordo com o capitão Bill Urban, porta-voz do comando central norte-americano na região, foi ainda tomada uma medida de precaução que consistiu na transferência de militares para instalações militares americanas na Alemanha ou Kuwait por questões de segurança. Terão sido transferidos cerca de 1.500 militares.

O Irão atacou bases americanas em retaliação ao assassinato, pelas forças americanas e por ordem direta de Trump, do general Qassem Suleimani no dia 3 de janeiro passado.




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