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Singapura é a cidade mais cara do mundo. Almaty a mais barata

A The Economist comparou preços em 133 cidades. As asiáticas reforçam a presença entre as mais caras, o Brexit leva Londres a uma quebra sem precedentes, São Paulo e Rio são as que mais crescem nos custos de vida.

Wilson Ledo wilsonledo@negocios.pt 21 de Março de 2017 às 10:25
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Singapura é, pelo quarto ano consecutivo, a cidade mais cara do mundo para viver. A conclusão é de um estudo da revista económica The Economist publicado esta terça-feira, 21 de Março.

 

A representação asiática faz-se sentir em força entre as dez primeiras posições, com o regresso de Tóquio à lista e Hong Kong na segunda posição. Não fosse Zurique no terceiro lugar e as cinco primeiras posições seriam asiáticas.

 

Além de Zurique, a Europa faz-se representar por Genebra, Paris e Copenhaga no ‘top’ 10. A capital francesa é a única da zona euro a marcar presença.

 

A América do Norte faz-se representar por Nova Iorque, que cai da sétima para a nona posição.

 

Fora dos lugares cimeiros fica Londres. A incerteza causada pelo Brexit – processo de saída do Reino Unido da União Europeia – e a consequente desvalorização da libra ditam o resultado, o mais baixo em duas décadas. Londres cai 18 lugares, para a posição 24. A Manchester cabe a maior descida.

 

Já a liderar as subidas estão São Paulo e Rio de Janeiro. Foram, respectivamente, 29 e 27 casas para as posições 78 e 86. Parte da "montanha russa" vivida por estas cidades brasileiras deve-se à variação no preço do petróleo. "Há cinco anos, São Paulo estava entre as 30 cidades mais caras do mundo, mas no ano passado ficou entre as 30 mais baratas", recorda o estudo.

 

Almaty, no Cazaquistão, afirma-se como a cidade mais barata. A Índia faz-se representar com quatro cidades no fundo da lista. "De uma forma simples, cidades mais baratas tendem também a ter menos qualidade de vida", aponta o relatório que avaliou preços de produtos alimentares e de higiene, vestuário, rendas ou transportes em 133 cidades.

 

No documento tornado público pela The Economist não há referências a cidades portuguesas. 

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