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Marcelo: Na direita, "o problema não é de liderança, mas de estratégia"

No rescaldo das autárquicas, o Presidente da República defende que todos os partidos devem refletir sobre os resultados nos próximos meses. "A leitura que os partidos à esquerda e à direita fizerem destas autárquicas vai determinar a sua estratégia para as legislativas".

Ricardo Pereira
Sábado 04 de Outubro de 2021 às 22:24
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Na primeira entrevista depois das eleições autárquicas, Marcelo Rebelo Sousa defendeu que "os próximos três, quatro meses serão cruciais", sendo fundamental que exista uma reflexão de todos os partidos - da esquerda à direita. 

 

Em entrevista à TVI, o Presidente da República referiu que a esquerda deve ponderar as suas decisões e decidir se quer "reforçar a base de poder ou enfraquecê-la". Já em relação à direita, "o problema não é de liderança, mas de estratégia". "Há uma fragmentação partidária à direita", sublinhou Marcelo Rebelo de Sousa. 

Nesta análise, Marcelo Rebelo de Sousa reforçou que o seu objetivo é garantir estabilidade até 2023, sobretudo em relação à aprovação do próximo Orçamento do Estado. Além disso, "a leitura que os partidos à esquerda e à direita fizerem destas autárquicas vai determinar a sua estratégia para as legislativas". 

Em relação às notícias sobre a demissão e substituição do Chefe do Estado Maior da Armada (CEMA), garantiu que o comunicado emitido pelo gabinete da Presidência esclareceu tudo e que o conteúdo da conversa com António Costa não iria ser revelado. "Quem exonera é o Presidente da República", acrescentou. 

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