Uma visão distanciada sobre a discussão das alterações ao Código Laboral pode dar uma nova perspetiva sobre o tema. A escritora Lídia Jorge, no artigo de opinião deste domingo no El País, apontava o que se pode considerar uma falha na proposta que está em cima da mesa: a ausência da inteligência artificial e o impacto que pode ter no mercado de trabalho. Lídia Jorge diz que empresários e trabalhadores devem preparar-se em conjunto para que a IA não signifique um futuro de nova precariedade.
É uma redundância, mas nunca é um excesso lembrar os parceiros com quem podemos contar. Kallas declarou o óbvio: Donald Trump e a administração norte-americana “claramente, não gostam da União Europeia”. A premissa da responsável europeia é que não cola com a realidade. Não é porque teme que a UE se torne uma potência equivalente, mas porque Trump despreza todos os que o contrariam.
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