Carlos Tavares provou o que tinha a provar num setor altamente concorrencial. Passada essa fase, está agora a dedicar tempo aos seus investimentos pessoais e a fábrica de calçado em Barcelos onde investirá com parceiros franceses é um desses exemplos. “Após muitos anos ao serviço de grupos internacionais, desejo dedicar mais tempo ao meu país”, revelou o gestor. É uma atitude de sublinhar.
O Commerzbank passou por brutais dificuldades financeiras que o puseram nos radares dos investidores. Tornou-se, pela sua fragilidade, um alvo fácil. A CEO até pode vir dizer que se compromete a aumentar os lucros de forma a demonstrar que o banco é viável sozinho, mas tal posicionamento parece mais político do que realista. O gigante alemão tem preconceitos em relação à oferta do rival italiano e isso é claro desde o início.
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