Bruxelas quer obrigar as empresas europeias a comprar componentes essenciais de indústrias descritas como chave pelo menos a três fornecedores diferentes, numa tentativa de reduzir a dependência relativamente à China. A ideia, em tese, até é meritória, mas para materializar este protecionismo é preciso uma convergência dos Estados-membros que neste momento não existe.
As filas de espera nos aeroportos nacionais estão transformadas num péssimo e recorrente cartão de visita. Confrontado com o caos, o ministro da Administração Interna veio recusar a possibilidade de suspender no verão o controlo dos passageiros de fora do espaço Schengen nos aeroportos. Tudo seria normal não se desse à circunstância de o primeiro-ministro contrariar Luís Neves, admitindo essa mesma hipótese.
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