A Easyjet foi alvo de um ciberataque que comprometeu os dados pessoais de cerca de nove milhões de clientes e subtraiu os dados de cartões de crédito de 2.208 pessoas. Sendo certo que todas as empresas estão sujeitas a ataques deste tipo, a sua materialização constitui uma machadada na reputação da companhia e pode afastar os clientes, tornando mais difícil a sua recuperação pós-pandemia.
A estratégia do presidente norte-americano é semelhante à de um menino mimado. Quando a "brincadeira" não lhe agrada amua ou isola-se. A saída da OMS é mais um desses capítulos. Já o fez com a UNESCO, NATO e o Acordo de Paris, entre outros. Por esta via, Trump persegue um caminho isolacionista e os EUA vão perdendo poder em organizações internacionais onde se constroem influências. A China, claro está, aproveita.
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