O Presidente dos Estados Unidos fez da coerção a sua arma política preferida e graças a isso tem colecionado ódios. Todavia, é um erro subestimá-lo e concluir que está a perder influência. O facto de os seus críticos estarem a ser derrotados nas primárias republicanas para as intercalares, após o próprio os ter atacado, mostra que Donald Trump continua a ter um poder interno significativo.
O ministro das Infraestruturas chegou-se à frente e pediu “desculpas formais em nome do Governo” pelas filas nos aeroportos. Trata-se de uma atitude meritória, mas nesta situação prevalece o princípio, “as desculpas não se pedem, evitam-se”. Embora por razões diferentes, as filas no controlo dos passaportes transformaram-se numa recorrência. Para um país que se alimenta do turismo o problema é ainda mais grave.
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