Em Estrasburgo, onde esteve para assinalar os 40 anos de adesão de Portugal à então Comunidade Económica Europeia, Marcelo Rebelo de Sousa disse o óbvio, o que nos tempos que correm já é muito. O Presidente da República, sem o identificar, voltou a mostrar que está longe de Ventura ao afirmar que “não há portugueses puros; há portugueses diversos”. O apelo ao bom sensos é cada vez mais relevante.
Donald Trump instituiu o “bullying” como prática política e agindo em conformidade o seu secretário de Estado do Comércio, Howard Lutnick, usou um jantar em Davos para menosprezar as economias europeias e as suas empresas. O discurso foi merecedor de vaias mas a presidente do BCE foi mais longe e abandonou o evento. Esta opção determinada de Christine Lagarde é fundamental para travar a insanidade norte-americana.
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