A apreensão do petroleiro “Marinera”, com bandeira russa, por parte de forças militares norte-americanas, coloca em causa o poder de Vladimir Putin. Em termos mediáticos trata-se mesmo de um vexame para o líder russo, sendo que na inversa proporção demonstra uma inequívoca superioridade norte-americana. Numa luta a três, EUA, China e Rússia, este último é o elo mais fraco.
A bajulação a Donald Trump tem-lhe servido de muito pouco, como de pouco serviu o facto de ter dedicado ao Presidente norte-americano o Nobel da paz que recebeu. María Corina Machado não faz parte dos planos que Washington tem para a Venezuela e Trump oferece-lhe apenas o papel de corativo de pessoa “simpática”. Aprisionada pela circunstâncias, a líder da oposição limita-se a fazer figura de corpo presente.
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