EMEL prevê duplicar resultados obtidos em 2011

A EMEL – Empresa Municipal de Estacionamento de Lisboa prevê duplicar este ano os resultados obtidos em 2011, que irão ser aplicados na construção de parques de estacionamento e num projecto de bicicletas eléctricas, revelou o seu presidente.
Lusa 27 de Outubro de 2012 às 11:43

A EMEL fechou o ano de 2011 com um resultado (operacional) antes de impostos e gastos de financiamento de 1,4 milhões de euros, quando tinha sido de 944 mil euros em 2010, e com um resultado líquido de 929 mil euros (536 mil euros em 2010).

Numa entrevista à Agência Lusa, o responsável admitiu que a empresa tem “tido uma evolução muito interessante nos últimos anos, um bocadinho ao arrepio do que se passa no país”.

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“Estamos a crescer a actividade em dois dígitos, numa fase de grande investimento, de criação de emprego, de profunda renovação tecnológica, de grandes mudanças a todos os níveis”, afirmou.

Ciente de que a “banca está escassa de liquidez” e por isso é importante ter “dinheiro para investir”, António Júlio de Almeida adiantou à Lusa que, em 2013, quer ter em fase de construção parques de estacionamento no Bairro Alto, no Campo das Cebolas (silos) e junto ao Mercado de Arroios (subterrâneo com túnel de acesso ao mercado).

“Os parques de estacionamento são obras muito caras e de recuperação económica muito lenta. E estamos a fazer um esforço muito grande de dotar a cidade de parques de estacionamento em zonas em que a cidade realmente precisa”.

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Para o próximo ano, a EMEL está também a projectar uma rede de aluguer de bicicletas eléctricas.

“Será um projecto completamente desenvolvido pela indústria nacional: as bicicletas são desenhadas em Portugal, fabricadas em Portugal, todo sistema de pagamento, registo e acessibilidade concebido em Portugal”, frisou António Júlio de Almeida.

“A ideia é que seja fundamentalmente dirigido aos turistas que procuram a cidade”, adiantou o presidente, afirmando que as grandes empresas também serão um dos grupos alvo deste projecto.

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“Quando os seus funcionários tenham de se deslocar à cidade, em vez de se meterem num táxi, metem-se na bicicleta”, explicou.

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