PSA conclui negociações com sindicatos e recruta 45 efectivos para Sines
A PSA - Port of Singapore Authority, responsável pela concessão do terminal de contentores do Porto de Sines, conseguiu esta semana concluir as negociações com os sindicatos para contratar 45 trabalhadores de estiva, que farão parte dos quadros privados da multinacional de Singapura.
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A APS - Administração do Porto de Sines participou nestas negociações como mediador das duas partes, adiantou Monteiro de Morais, respectivo presidente do conselho de administração.
Destes 45 efectivos, seis estivadores transitam da actual força laboral. A Portsines, que gere a mão-de-obra comum, disponibilizará os trabalhadores que forem necessários à PSA sempre que existirem períodos de pico de actividade no Terminal XXI. Monteiro de Morais não quis adiantar os valores do acordo salarial estabelecido entre a PSA e os sindicatos.
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O presidente da APS considera que além da conclusão da infra-estruturação do Terminal XXI para 15 de Maio próximo e do acordo para contratação de mão-de-obra, existe um outro factor de sucesso do projecto que já foi que já foi alcançado: a antecipação, para Junho deste ano, da aplicação informática que irá simplificar e agilizar os processos administrativos e aduaneiros para desembaraço de mercadorias e navios, sem recurso aos papéis em termos físicos.
Este projecto, iniciado na Alfândega, estava inicialmente previsto passar a ser operacional no início de 2004 e foi antecipado em seis meses. O acordo envolve todos os operadores da actividade portuária, desde a APS, às autoridades marítimas e concessionários, entre outros.
Para Monteiro de Morais, «este protocolo e este projecto são particularmente importantes e tratava-se de uma necessidade mais premente para o Porto de Sines, uma vez que está vocacionado para operar com navios de grande porte e com grande quantidade de contentores».
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O protocolo de articulação informática do processo de desembaraço dos navios e mercadorias estabelecido para o Porto de Sines será também alargado aos Portos de Lisboa e de Leixões, adiantou Monteiro de Morais.
Por Nuno Miguel Silva
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