Seguro traz “estabilidade” essencial para país avançar com “reformas estruturais”
Concluído um ciclo de quatro eleições no espaço de apenas nove meses, as associações empresariais olham para o Presidente-eleito como um garante de estabilidade. Alertam que esse valor não pode traduzir-se em imobilismo. As reformas são vitais para o país.
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António José Seguro venceu. Vai substituir, dentro de um mês, Marcelo Rebelo de Sousa no Palácio de Belém, prometendo um mandato como Presidente da República de cooperação com o Governo. Uma postura aplaudida pelas principais associações empresariais, que veem no futuro Chefe de Estado alguém capaz de dar a estabilidade política que o país necessita, sendo esta, dizem, a “chave” para que possam ser implementadas as tão aguardadas reformas, vistas como essenciais para fortalecer a competitividade de Portugal.
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