"Não há negociação para reforço na Fidelidade. Mas se houvesse não diria", diz CEO da Caixa
A Caixa Geral de Depósitos (CGD) não tem em curso qualquer negociação com a Fosun para um eventual reforço da participação de 15% na Fidelidade. A garantia foi deixada pelo CEO do banco público na apresentação dos resultados de 2025. Por outro lado, Paulo Macedo admite que se as negociações existissem, não o diria em público.
"Não temos qualquer negociação com o outro acionista da Fidelidade para uma aquisição. Não há proposta nem nada disso", afirmou o banqueiro. "Mas se houvesse alguma negociação também diria que não havia", atirou logo de seguida.
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"Já dizemos há vários anos o interesse da Caixa em que a Fidelidade esteja cotada em bolsa e nessa altura logo analisaremos", explicou, referindo-se à intenção da seguradora em avançar com um IPO. "Temos um trabalho conjunto para aumentar a venda de seguros", concluindo que o "maior empenho é sermos muito mais eficientes com os nossos clientes que muitas vezes vão a outros sítios fazer seguros sem ser com a Caixa".
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