Banca & Finanças As orientações deixadas pela EY à CGD, do governo interno à gestão de risco
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As orientações deixadas pela EY à CGD, do governo interno à gestão de risco

No relatório da auditoria que entregou à Caixa, a EY deixou várias recomendações ao banco público, distribuídas por quatro áreas principais: governo interno, política remuneratória, gestão baseada no risco e auditoria interna e “compliance”.
As orientações deixadas pela EY à CGD, do governo interno à gestão de risco
Miguel Baltazar
Rafaela Burd Relvas 08 de maio de 2019 às 23:28

GOVERNO INTERNO
A EY recomendou a atribuição de "independência e exclusividade de funções" ao "chief risk officer" (diretor de gestão de risco). Para tal, propôs que se lhe retirasse "a responsabilidade

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