Banco de Portugal aplica coimas de 11 milhões de euros a 11 arguidos no caso BPP
O Banco de Portugal concluiu o processo de contra-ordenação no âmbito do Banco Privado Português (BPP), tendo decidido aplicar coimas no valor global de 11 milhões de euros. São também 11 os arguidos envolvidos.
O Banco de Portugal concluiu o processo de contra-ordenação no âmbito do Banco Privado Português (BPP), tendo decidido aplicar coimas no valor global de 11 milhões de euros. São também 11 os arguidos envolvidos.
O Banco de Portugal revelou esta sexta-feira, 1 de Novembro, que “conclui o processo de contra-ordenação por factos praticados no âmbito do Banco Privado Português.”
São 11 os arguidos neste processo, onde estão acusados de falsificação de contas, crimes fiscais e branqueamento de capitais.
O regulador português “proferiu, em 29 de Outubro de 2013, decisão administrativa final no âmbito do processo de contra-ordenação em que se apurava a responsabilidade contra-ordenacional de onze arguidos pela prática de factos ocorridos no contexto da actividade do Banco Privado Português”, revela o BdP em comunicado emitido.
O supervisor, liderado por Carlos Costa, decidiu aplicar coimas no “valor global de cerca de 11 milhões de euros”, não adiantando que montante foi aplicada a cada um dos arguidos.
Entre os arguidos estão: João Rendeiro, fundador e ex-administrador da Privado Holding (dona do BPP), Paulo Guichard, Fezas Vital, Vítor Castanheiro, Fernando Lima, Paulo Lopes, Tiago Ferreira, Rui Domingos e Nuno Paramés. Os outros dois são a Privado Holding e o próprio BPP, apurou o Negócios.
O comunicado do BdP adianta ainda que os arguidos “dispõem agora de um prazo de 15 dias úteis, a contar da notificação, para impugnarem judicialmente a decisão.”
(Notícia actualizada às 18h40 com mais informação)