Banqueiros pedem urgência e fundo perdido no apoio às empresas
Presidentes executivos do BCP e do Santander avisam para a gravidade da situação vivida no tecido empresarial. Miguel Maya alerta que a agilidade é fundamental. Castro e Almeida admite necessidade de apoios a fundo perdido.
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"É exatamente para situações destas que temos superávites". A frase é de Pedro Castro e Almeida, o CEO do Santander que na apresentação dos resultados de 2025 acrescentou, referindo-se aos danos nas empresas, que “o nível de destruição que se vê naquela zona não se resolve com moratórias e mais crédito".
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