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O que Salgado foi dizendo sobre o Monte Branco

Ricardo Salgado sempre afastou responsabilidades judiciais pelo caso Monte Branco. Esta quinta-feira, 24 de Julho, foi detido e submetido a interrogatório. O Negócios recorda o que Ricardo Salgado tem dito sobre o caso.

Miguel Baltazar/Negócios
Negócios 24 de Julho de 2014 às 13:00
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Maio de 2014 - "Eu não tenho nenhum processo. Não tenho nenhuma investigação. Nenhuma. Fico banzo".

 

Maio de 2014 - "Porque eu não fui acusado de nada, não sou arguido de nada. Já prestei todas as declarações às autoridades, quando foi caso disso, e sistematicamente continuo a ouvir histórias dessas para a imprensa".

 

Março de 2014 - "Se há algum tipo de questão que entendam por oportuno colocar, enviem-me sem qualquer constrangimento ou reserva. Eu tentarei responder a todas com o maior grau de informação possível" [carta enviada aos colaboradores do banco].

 

Novembro de 2013 - "Os banqueiros vão passar um Natal complicado" [declarações de Ricardo Salgado sobre os testes de stress à banca].

 

Fevereiro de 2013 - "Não estou nada preocupado" com o impacto das notícias sobre o caso Monte Branco na confiança dos clientes do banco. "As notícias começaram em Maio e veja o sucesso estrondoso do BES ao longo do ano. Não estou preocupado se vai causar algum embaraço à imagem do banco".

 

[Em Fevereiro de 2013, o Banco de Portugal fez um comunicado dizendo que "o Banco de Portugal entende, neste caso, dever comunicar que as informações disponíveis, recolhidas e recebidas no quadro dos procedimentos aplicáveis, não constituem fundamento, à luz da legislação em vigor, para a abertura de processos de reavaliação de idoneidade em relação aos casos referidos na comunicação social"]

 

Fevereiro de 2013 - "Nunca me esqueci de cumprir com as minhas obrigações fiscais. Aliás, tudo o que fiz é de uma correcção absoluta".

 

Janeiro de 2013 - "É verdade que apresentei três declarações correctivas ao apuramento da matéria colectável para efeitos do IRS de 2011". "O RERT III teve como referência os patrimónios existentes fora de Portugal à data de 31 de Dezembro de 2010". "Todo o rendimento ganho em Portugal ficou em Portugal e pagou todos os impostos em Portugal. O dinheiro do RERT foi dinheiro ganho exclusivamente no estrangeiro".

 

Janeiro de 2013 - "Fiquei perplexo" ao ler que a Akoya estava a ser investigada.

 

Janeiro de 2013 - "Nunca fugi aos impostos nem sou suspeito disso ou de qualquer outra coisa".

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