BlackRock torna-se no segundo maior accionista da Jerónimo Martins
O grupo norte-americano BlackRock passou a ser, desde o dia 31 de Março, o segundo maior accionista da cotada Jerónimo Martins, com 5% do capital do grupo de distribuição, de acordo com um comunicado da empresa à Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
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Em nota oficial publicada esta-quarta-feira, 3 de Abril, a administração da Jerónimo Martins fez saber que a "2 de Abril de 2014, a BlackRock, Inc. comunicou à Jerónimo Martins que passou a deter, a 31 de Março de 2014, direitos de voto correspondentes a 5,01% do capital social da Jerónimo Martins, um valor superior ao limite de participação de 5%", a que as regras da CMVM obrigam a comunicação ao mercado.
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A BlackRock, Inc. passou assim a deter "31.502.190 direitos de voto, através de diversas subsidiárias". Segundo o anexo ao comunicado da Jerónimo Martins, a participação está dispersa por 18 empresas do universo da BlackRock.
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De acordo com o relatório e contas da empresa liderada por Pedro Soares dos Santos de 2013, que vai a aprovação dos accionistas em assembleia-geral no próximo dia 10 de Abril, a BlackRock era a quinta maior accionista da Jerónimo Martins a 31 de Dezembro passado, com 12.694.453 títulos da companhia portuguesa (equivalente a 2,017% do capital e direitos de voto).
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A título indicativo, uma vez que não é revelado em que altura e porque valor a BlackRock comprou as 18.807.737 acções da Jerónimo Martins, no dia 31 de Março as acções da empresa portuguesa fecharam a valer 12,18 euros cada - ou seja, o total de títulos adicionados pela norte-americana valia, a 31 de Março, 229,07 milhões de euros.
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Mantendo-se a maioria do capital (56,13% do capital e direitos de voto) na posse da sociedade Francisco Manuel dos Santos SGPS ("holding" da família Soares dos Santos), e todos as restantes qualificações como a 31 de Dezembro de 2013, a BlackRock supera a Heerema/Asteck, que detém 5% (31.464.750 acções), a Carmignac Gestion, que detém 2,67% (16.859.313 acções) e o BNP Paribas, que detém 2,15% do capital e 2,006% dos direitos de voto da Jerónimo Martins.
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