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Lucros da Jerónimo Martins crescem 4,1% para 401 milhões

A Jerónimo Martins encerrou 2018 com lucros de 401 milhões de euros, uma subida de 4,1% face ao ano anterior. As vendas aumentaram 6,5%, ascendendo a 17.337 milhões de euros.

# Porque Entra - Foi o escolhido por Alexandre Soares dos Santos para o substituir aos comandos do Grupo Jerónimo Martins. Uma escolha que recolheu o apoio de toda a família. Desde que assumiu a liderança da empresa, é a ele que cabe a palavra final nas decisões estratégicas que envolvem o grupo da segunda família mais rica de Portugal. E, por isso, Pedro Soares dos Santos volta a integrar a lista dos Mais Poderosos, substituindo este ano Alexandre Soares dos Santos.
Miguel Baltazar
Negócios jng@negocios.pt 27 de Fevereiro de 2019 às 17:25
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A Jerónimo Martins encerrou 2018 com lucros de 401 milhões de euros, uma subida de 4,1% face ao ano anterior, anunciou esta quarta-feira a empresa liderada por Pedro Soares dos Santos (na foto) em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).


O volume de negócios da empresa ascendeu a 17.337 milhões de euros, aumentando 6,5% face ao registado em 2017, conforme a Jerónimo Martins já tinha adiantado a 14 de janeiro.

O resultado operacional bruto (EBITDA) cifrou-se em 960 milhões de euros, uma melhoria de 4,1%, enquanto o EBIT cresceu 0,8%, para 596 milhões.

A rede de supermercados polaca Biedronka aumentou o volume de negócios em 5,6%, para os 11.691 milhões de euros, num contexto adverso, em que o número de dias de vendas na Polónia diminuiu em 21 dias devido à legislação que obriga ao encerramento aos domingos adotada em meados de 2018.

Os supermercados Pingo Doce, a principal insígnia do grupo em Portugal, atingiu 3.835 milhões de euros em vendas, uma subida de 4,6% face a 2017. Ainda em Portugal, o Recheio, a unidade de cash & carry do grupo, faturou 980 milhões, crescendo 4%.

Os supermercados Ara, na Colômbia, aumentaram o volume de negócios em 47,9%, para um montante de 599 milhões de euros.

A Hebe, rede de lojas especializadas de saúde e beleza na Polónia, viu as vendas crescerem 24,7%, para os 207 milhões de euros.

 

A Jerónimo Martins indica ainda que no ano passado a Biedronka aumentou o número de lojas em 77, terminando 2018 com 2.900 lojas. Só no último trimestre do ano a cadeia de supermercados abriu 68 novas lojas, tendo encerrado 18. Ainda no mercado polaco, a Hebe somou 48 novas lojas, passando a contar com uma rede de 230 estabelecimentos.

 

O Pingo Doce terminou o ano com 432 lojas, mais dez do que no final de 2017, enquanto o Recheio reduziu o número de estabelecimentos para 42, menos um do que um ano antes.

 

Na Colômbia, a expansão da Ara traduziu-se na abertura de mais 143 lojas, ligeiramente aquém da meta traçada de 150 novos locais de venda. A cadeia de supermercados conta agora com 532 lojas.

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