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Produção, emprego e remunerações na construção continuam a subir, mas desaceleram

O índice relativo a agosto divulgado esta sexta-feira pelo INE mostra alguma desaceleração face ao mês anterior, mas continua a crescer.

O aumento do custo de construção de casas tem sido muito inferior ao verificado no nível de preços da habitação.
Miguel Baltazar
Negócios jng@negocios.pt 08 de Outubro de 2021 às 11:35
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O Índice de Produção na Construção aumentou 2,6% em agosto relativamente ao mesmo mês de 2020, revelou esta sexta-feira o Instituto Nacional de Estatística (INE). Comparando com julho, verifica-se que há uma desaceleração de 1,6 pontos percentuais (p.p.). Em junho, o crescimento homólogo tinha sido de 4,1% e em junho tinha atingido os 7,7%, refletindo ainda o efeito base provocado pelo facto de no ano anterior o país estar a braços com a pandemia.

 

Na produção pode distinguir-se entre a construção de edifícios, que cresceu 0,1% (1,2% em julho) e a engenharia civil, que desacelerou 2,5 p.p., para uma taxa de variação de 6,5%. Este índice permite perceber, com periodicidade regular, a evolução do volume da produção no curto prazo, fornecendo uma medida da tendência do valor acrescentado em volume ao longo do período de referência em causa. 

 

Considerando só o emprego e as remunerações, verifica-se que  apresentaram no mês de agosto variações homólogas de 1,6% e 5,8%, contra 2,0% e 5,6% em julho, respetivamente. Aqui, recorde-se, está em causa a evolução do emprego e dos salários efetivamente pagos no curto prazo e os números são obtidos a partir de inquéritos mensais às empresas que se dedicam sobretudo à promoção e construção imobiliária.

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