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Covid-19 reduz teto salarial das equipas da principal liga de futebol espanhola

Equipas espanholas da La Liga sofrem um corte no seu teto salarial de 22% devido à Covid-19. Na temporada 2020/2021 os clubes espanhóis têm um plafond máximo de 610 milhões de euros para gastarem com o seu plantel.

Marcelo – 753 mil euros
reuters
Negócios 17 de Novembro de 2020 às 16:38
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A principal liga de futebol espanhola reduziu o limite salarial dos seus clubes em cerca de 22% para a temporada 2020/2021. Este corte, que diminui para 610 milhões de euros os tetos salariais dos clubes espanhóis, deve-se ao impacto financeiro da covid-19 na La Liga.

Esta quebra afeta o teto salarial máximo dos clubes espanhóis, que têm nesta nova temporada um plafond mais reduzido para os salários dos seus jogadores, tendo em conta o dos anos transatos. O Barcelona não pode este ano exceder os 382,7 milhões de euros, enquanto que na temporada passada gastou 671 milhões de euros. O atual campeão espanhol, Real Madrid, tem para gastar 468 milhões de euros, sendo que na época transata gastou 172,5 milhões.

Em primeiro lugar no pódio espanhol encontra-se o Real Madrid, o clube com maior capacidade financeira. Já o rival Barcelona começou em outubro a cortar os salários dos seus trabalhadores, depois de ter registado um prejuízo de 97 milhões de euros no fim da época de 2019/2020.

O clube treinado atualmente por Ronald Koeman impôs um corte salarial temporário de 70%, entre os meses de março e junho, e vendeu no verão alguns dos jogadores mais importantes da equipa como o avançado Luis Suárez e o médio croata Ivan Rakitic, para amenizar a crise sentida.

O Atlético de Madrid, que ocupou o terceiro lugar no campeonato de 2019/2020, tem ao seu dispor 252,72 milhões de euros para gastar nos salários dos seus jogadores, menos 96 milhões em relação à época transata.

Este limite delineado pela La Liga obriga as equipas espanholas a rever a sua estratégia, depois de terem investido nesta nova temporada menos 70% do que na anterior, segundo apurou o El Economista. "Este limite de gastos das equipas indica o valor máximo que cada clube pode gastar e inclui os todos os gastos: a equipa principal, o técnico, o assistente técnico e o preparador físico", elucidou a La Liga num comunicado divulgado esta terça-feira (dia 17 de novembro) e citado pela Reuters.

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