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António Horta-Osório eleito terceiro mais poderoso da City

Ele pode ser português, mas na qualidade de presidente executivo do Abbey desde Agosto de 2006, tem vindo a revelar-se como um dos grandes vencedores da City londrina. É assim que o jornal "City AM & CMC Markets" descreve António Horta-Osório, que considera ser o terceiro homem mais influente do centro financeiro de Londres, numa lista com 100 nomes.

22 de Dezembro de 2008 às 18:58

Nesta lista dos “The Power Hundred 2009”, em que aquela publicação britânica desfila os nomes daquelas que considera serem as pessoas mais influentes da City pós-crise, é salientado o percurso de Horta-Osório antes de chegar ao Abbey – que é o banco do Santander em Londres.

Depois de uma passagem pelo Citibank Portugal e pela Goldman Sachs, Horta-Osório integrou o Santander em 1993, como CEO do Banco Santander de Negócios Portugal. “Actualmente, é a terceira personalidade mais poderosa da nossa lista e é talvez o cidadão português mais poderoso de sempre na City”, salienta o jornal no destaque que faz a Horta-Osório.

“Ele vai chegar muito longe”, prognostica o “City AM & CMC Markets” relativamente a António Horta-Osório, casado e pai de três filhos. Este responsável chegou ao Abbey como director não-executivo em Novembro de 2004, assumindo a presidência executiva em Agosto de 2006.

Nos dois primeiros lugares desta lista estão Stephen Green, “chairman” do HSBC, e John Kingman, CEO da UK Financial Investments desde Novembro.

Menos poderosos que Horta-Osório, segundo aquele jornal britânico, estão personalidades como o governador do Banco de Inglaterra, Mervy King (13ª posição no “ranking”) ou o presidente do Barclays, Bob Diamond (18ª posição).

Nesta lista de 100 poderosos constam apenas três mulheres: Shriti Vadera (ministra britânica da Competitividade, 21º lugar), Clara Furse (Bolsa de Londres, 26º lugar) e Helen Weir (Lloyds TSB, 44º lugar).

Apesar de muita da velha guarda se manter firme no poder, muitos banqueiros e gestores de topo de empresas que caíram em desgraça durante a crise não constam nesta lista, como Fred Goodwin (Royal Bank of Scotland), Andy Hornby (HBOS), John Duffield (New Star), Martin Hughes (Toscafund) ou Robert Tchenguiz (que devido à crise na Islândia teve de vender a sua participação na Mitchells & Butlers e na J Sainsbury).

Os candidatos foram avaliados por uma equipa daquele jornal e por algumas personalidades da City, em função da sua reputação, influência, poder, sucesso, experiência e perspectivas.

Na lista constam banqueiros e empresários de topo do mundo das finanças, políticos, gestores de activos, advogados, contabilistas, executivos do ramo segurador, consultores, investidores de capital de risco, magnatas do ramo imobiliário e especialistas em insolvências, sublinha o jornal.

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