BESI, Morgan Santley e Merrill Lynch fazem assessoria da fusão PT/Oi
O BESI, a Morgan Staley e a Merrill Lynch são as entidades financeiras escolhidas pela PT para assessorar a fusão entre a telefónica nacional e a brasileira Oi. Já a Oi terá como assessores do banco de investimento brasileiro Pactual.
A PT e Oi assinaram esta quarta-feira de um acordo de intenções que define os princípios essenciais para uma fusão entre os dois grupos que surge em consequência da aliança industrial estabelecida em 2010 entre as duas empresas.
A combinação dos negócios destas empresas levará à criação de um operador de telecomunicações de cariz mundial, cobrindo uma população de cerca de 260 milhões de habitantes e aproximadamente 100 milhões de subscritores, que se quer assumir como o operador de referência nos países de língua portuguesa.
A nova entidade resultante da fusão terá uma flexibilidade financeira acrescida uma vez que beneficiará de um aumento de capital por entrada em dinheiro estimado em 8 mil milhões de reais (2,7 mil milhões de euros) e de sinergias de valor actual líquido estimado em 5,5 mil milhões de reais (1,8 mil milhões de euros).
De acordo com os dados financeiros históricos reportados para o exercício de 2012, da PT e da Oi, a nova entidade apresenta receitas de 37,5 mil milhões de reais (12,4 mil milhões de euros) e um EBITDA proforma de 12,8 mil milhões de reais (4,2 mil milhões de euros).