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Consórcio de Luis Montez que manter o Pavilhão Atlântico "como a grande sala de espectáculos do País"

Arena Atlântico ganhou a corrida à compra do Pavilhão Atlântico, pagando ao Estado 21,1 milhões de euros. Promete manter a aposta nos espectáculos e ajudar a desenvolver a música portuguesa.

26 de Julho de 2012 às 17:48

Em comunicado, a Arena Atlântico, que integra ainda o BES PME (fundo de capital de risco do BES) e a actual equipa de gestão do espaço de espectáculos, garante que "os grandes espectáculos mantêm-se como uma das apostas, sendo a música portuguesa como uma das vertentes a desenvolver".

As empresas que integram o consórcio têm já experiência no mundo dos espectáculos. Luís Montez, genro de Cavaco Silva, é proprietário da Música na Coração, empresa de festivais musicais, mas participa neste consórcio a título pessoal. A Ritmos e Blues, liderada por Álvaro Ramos e Nuno Braancamp, é uma produtora de grandes eventos musicais. No Rock in Rio Lisboa é co-produtora desde 2004.

A Arena Atlântico diz também que garante a manutenção nos seus quadros da totalidade dos 25 trabalhadores que já compunham a equipa do Pavilhão Atlântico.

O anúncio de que a Arena Atlântico foi a vencedora do processo foi feito esta tarde pela ministra Assunção Cristas, após o Conselho de Ministros onde a decisão foi tomada.

A ministra revelou que a Parque Expo chegou à fase de negociação final com três candidatos e acabou por escolher o que ofereceu a proposta de valor mais elevado. A Arena Atlântico ofereceu 21,2 milhões de euros, a empresa internacional AEG Facilities ofereceu 16,5 milhões de euros e o consórcio que integrava a CIP, António Cunha Vaz e a Everything is New propôs 18,5 milhões de euros.

Assunção Cristas revelou que os três consórcios "apresentaram propostas muito boas e interessantes" quanto a dois dos requisitos inscritos no caderno de encargos, que passava pela preservação da função do Pavilhão Atlântico e pela estabilidade do imóvel.

"O critério que nos permitiu fazer o desempate foi o da maximização do encaixe financeiro", revelou a ministra, relevando que o valor do encaixe ficou no topo superior do intervalo da avaliação, que era de 17,4 a 21,5 milhões de euros.

Segundo um comunicado do Conselho de Ministros, a Arena Atlântico "destacou-se ainda por apresentar um sólido compromisso de realizar um plano de actividades coerente, de preservar os postos de trabalho, de assegurar uma estrutura accionista e de assumir um plano de estabilidade e garantia que acautelam a estabilidade da gestão" da infra-estrutura.

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