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Empresas dos EUA substituem CEO ao nível mais rápido desde 2010. E são mais jovens

Profissionais que estão a ocupar estes cargos são mais jovens e menos experientes do que o observado nas gerações anteriores de novos líderes. Apenas 9% das novas nomeações foram mulheres, mostra análise da Spencer Stuart.

Um em cada nove CEO das 1.500 maiores empresas cotadas dos EUA foram substituídos.
Um em cada nove CEO das 1.500 maiores empresas cotadas dos EUA foram substituídos. Miguel Baltazar/Negócios
17 de Fevereiro de 2026 às 10:00

Cerca de um em cada nove diretores executivos (CEO) das 1.500 maiores empresas cotadas dos Estados Unidos (EUA) foram substituídos no ano passado, segundo uma análise da recrutadora Spencer Stuart, citada pelo Wall Street Journal. É a taxa de substituição mais alta para detentores do cargo de CEO neste conjunto de empresas desde pelo menos 2010.

E o ritmo não parece estar a abrandar. Dezenas de outras cotadas contrataram novos diretores executivos em janeiro e no início de fevereiro deste ano, incluindo gigantes como a Walmart, Procter & Gamble, Lululemon Athletica, , , assim como a  - que tinha já o seu plano de sucessão delineado há mais tempo.

Só no último trimestre de 2025, empresas com uma capitalização bolsista combinada de 1,3 biliões de dólares nomearam ou perderam diretores executivos, incluindo a Verizon Communications e a Yum Brands, casa-mãe da KFC, Pizza Hut e Taco Bell. Já as empresas que trocaram de líderes no início de 2026 têm um valor em bolsa combinado de 2,2 biliões de dólares, com a Walmart a representar quase metade desse valor, diz o jornal norte-americano.

O estudo da Spencer Stuart mostra, também, que os profissionais que estão a ocupar estes cargos são mais jovens e menos experientes do que o observado nas gerações anteriores de novos líderes, com uma idade média de 54 anos, em comparação com uma idade média de quase 56 anos dos que assumiram este tipo de cargos em 2024.

Nesta medida, mais de 80% dos 168 novos diretores executivos nomeados em 2025 não tinham experiência prévia na gestão de empresas cotadas. E dois terços nunca tinham feito parte de um conselho de administração.

o número de novas CEO femininas diminuiu no ano passado, sendo que apenas 9% das novas nomeações foram mulheres, uma queda em relação aos 15% do ano anterior. Assim, no total, apenas cerca de 9% dos diretores executivos das 1.500 maiores empresas cotadas no “benchmark” norte-americano S&P 500 são mulheres.

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