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“Houve uma posição de intransigência” da UGT. Agora, “Parlamento decidirá”

Manuel Castro Almeida é crítico da postura da central sindical que rejeitou o acordo sobre a reforma da lei laboral em sede de concertação social. Ministro da Economia diz que o Governo fez tudo para chegar a bom porto, mas não vai deixar cair a medida. Vai levá-la para o Parlamento.

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UGT 'resolveu marcar uma posição de intransigência'
21:00

“Foram 60 reuniões, e das 144 propostas que estiverem em cima da mesa, chegou-se a acordo sobre 138 delas”, diz Manuel Castro Almeida, lamentando que, apesar da abertura do Governo para negociar mesmo as propostas em que havia desacordo, a UGT tenha rejeitado o acordo. O ministro da Economia critica a “posição de intransigência” da central sindical.

“Houve desacordo em seis propostas apenas. E o Governo mostrou disponibilidade para, também nestas seis propostas, dialogar”, mas não encontrou a mesma abertura do outro lado, refere o ministro em entrevista ao Negócios e à Antena 1, na Conversa Capital.

“Houve aqui uma posição de intransigência da parte de uma central sindical que normalmente tinha uma postura dialogante e desta vez resolveu marcar uma posição de intransigência”, atirou o governante, salientando que o “Governo fez tudo o que podia para tentar chegar a acordo”.

Era bem melhor ir para o Parlamento com o conforto de um acordo na concertação social. Manuel Castro Almeida
Ministro da Economia e da Coesão Territorial

Sem entendimento na concertação social, o “Governo não pode ficar paralisado”, diz Castro Almeida, apontando para o ímpeto reformista que caracteriza o Executivo que integra. “Perante a intransigência da UGT, baixarmos os braços e dizemos ao país: ‘não foi possível, lamentamos’, ou damos um passo em frente e vamos assumir que isto é uma posição reformista, de que é necessário mexer na legislação laboral para a tornar mais flexível”, diz.

Esse passo vai ser dado, com a proposta a ser preparada no Conselho de Ministros para, depois, chegar ao Parlamento. “Era bem melhor ir para o Parlamento com o conforto de um acordo na concertação social. Mas nós não vamos ficar paralisados e, portanto, é necessário levar o assunto ao Parlamento e o Parlamento decidirá”, atira.

Garante que essa proposta “há-de ter o essencial da proposta inicial do Governo e há-de ter os contributos positivos da negociação que foi feita”, mas também sabe que enfrentará grandes entraves no Parlamento.

O PS tem sido crítico da reforma, afastando-se da sua aprovação, enquanto o Chega diz que pode deixar passar a proposta, mas isso tem um custo que, Castro Almeida, considera “impraticável”. A exigência de baixar a idade da reforma “é totalmente impraticável nos termos em que está formulada”, afirma o governante.

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