Empresas Jerónimo Martins espera ter mil lojas na Colômbia em 2020

Jerónimo Martins espera ter mil lojas na Colômbia em 2020

O grupo prevê investir entre 500 a 600 milhões nos próximos cinco anos e abrir mais cinco centros distribuição.
Jerónimo Martins espera ter mil lojas na Colômbia em 2020
Miguel Baltazar/Negócios
Isabel Aveiro 15 de março de 2016 às 16:14

"Acredito que em 2020 teremos que ter mais de mil lojas" na Colômbia, disse esta terça-feira, 15 de Março, Pedro Soares dos Santos, presidente do grupo Jerónimo Martins, em Barranquilha, na Colômbia.

O grupo, que abriu a 13 de Março de 2013 a sua primeira loja no território colombiano, da marca Ara, anunciou esta terça-feira, a investidores, analistas e jornalistas, que prevê investir mais 500 a 600 milhões de euros ate 2020. "Do que eu sei hoje, e do que sinto", adiantou ainda o líder do grupo dono do Pingo Doce e da Biedronka, "isto significa investir, até 2020, 500 milhões de euros".

 

"Hoje", a previsão de aberturas e investimento é esta, voltou a frisar Pedro Veloso, CEO da Jerónimo Martins Colômbia, porque "se identificarmos que podemos fazer coisas diferentes, iremos fazê-lo". A presença, que hoje está radicada em duas regiões - Eixo Cafeeiro e Costa do Caribe -, deverá aumentar para cinco as áreas de expansão na Colômbia até 2020.

 

No próximo semestre, reafirmou Pedro Veloso, irá arrancar a expansão da terceira região: a área central do país, em torno da capital Bogotá.

 

Os planos hoje divulgados ao mercado, antes do fecho da sessão, revelaram ainda a meta de aumentar para sete (a uma média de um por ano) os centros de distribuição no país da América Latina.

 

O aviso foi contudo feito aos analistas: o EBITDA (resultados antes de juros, impostos, amortização e depreciação) "não é expectável antes de 2018" na operação colombiana.

 

A Ara, que abriu as primeiras três lojas a 13 de Março de 2013, fechou 2015 com vendas de 122,5 milhões de euros, 101 lojas abertas, e 1.700 empregados, de acordo com os dados divulgados no início deste mês. Na altura, a administração anunciou que a "Ara e a Hebe [cadeia de drogarias na Polónia] registaram, em conjunto, perdas de 55,5 milhões de euros ao nível do EBIDA, menos 2,2 milhões de euros que no ano anterior e abaixo do esperado, fundamentalmente como consequência da desvalorização do peso colombiano".  

*a jornalista na Colômbia a convite da Jerónimo Martins

(Notícia actualizada às 16:41)




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