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LIDE debate se Portugal é um país europeu ou atlântico

O Fórum Empresarial do Algarve, promovido pelo LIDE, realiza-se entre 4 e 6 de Outubro.

Celso Filipe cfilipe@negocios.pt 10 de Setembro de 2013 às 23:33
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Lóbi não. "Preferimos ser identificados como um grupo de influência" que trabalha para "posicionar os seus associados junto dos mercados que interessam" e para "construir uma sociedade mais justa". Foi assim que Luís Miguel Henrique caracterizou o LIDE Portugal - Grupo de Líderes Empresariais, organização da qual é presidente executivo, num encontro com jornalistas que teve lugar na terça-feira em Lisboa.

 

A ocasião serviu para o LIDE Portugal apresentar a segunda edição do fórum empresarial do Algarve que se realizará entre 4 e 6 de Outubro no hotel Tivoli Victoria, em Vilamoura. Uma iniciativa que visa "criar 'networking'" e "trazer a Portugal empresários de diferentes geografias", enfatizou Nasser Sattar, presidente do comité de gestão do LIDE Portugal. "Um Portugal europeu ou um Portugal atlântico" é a questão central deste fórum que, segundo os seus organizadores, pretende "debater o futuro dos países do Sul da Europa, as relações empresariais entre Europa, África e América, e os modelos de financiamento para Portugal e para as empresas portuguesas nos próximos anos.

 

Durão Barroso, presidente da Comissão Europeia, Passos Coelho, primeiro-ministro, e Paulo Portas, vice-primeiro-ministro, são três das personalidades que já confirmaram a sua presença em Vilamoura. Entre os convidados estrangeiros destacam-se as participações de Mário Machungo, antigo primeiro-ministro de Moçambique, e de Luiz Fernando Furlan, ex-ministro do Desenvolvimento e Indústria do Brasil.

 

O facto de os dois principais membros do Executivo estarem presentes no fórum não significa que exista uma ligação estreita entre as duas partes. "São relações de cordialidade. Como teríamos com qualquer Governo", disse Mira Amaral. O presidente do banco BIC, que é também membro do comité de gestão deste grupo, sublinhou que o LIDE "não trabalha com financiamentos públicos". O funcionamento do LIDE é assegurado, através das empresas associadas que pagam uma quota anual de quatro euros mais IVA, concretizou Luís Miguel Henrique. O fórum do ano passado contou com a presença de 300 personalidades, nacionais e estrangeiras, entre líderes políticos e empresariais.

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