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"Nunca tive a indicação do Governo de afrouxamento de procedimentos"

O inspector-geral da ASAE defende, no Parlamento, uma abordagem diferente na relação com os agentes económicos. "Não se deve ir a Fátima a 12 de Maio", afirmou. Este ano, o organismo fiscalizou 232 agentes económicos e já foram instaurados 78 processos.

Pedro Elias/Negócios
Maria João Babo mbabo@negocios.pt 21 de Julho de 2015 às 17:05
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O inspector-geral da Autoridade da Segurança Alimentar e Económica (ASAE) garantiu esta terça-feira, no Parlamento, nunca ter tido "indicação de interferências ou aligeiramento de procedimentos" por parte do Governo.

 

Pedro Portugal Gaspar, que foi chamado à Comissão de Economia e Obras Públicas a pedido do PS e do PCP, na sequência de denúncias da Associação Sindical dos Funcionários da ASAE sobre a existência de uma lista VIP no organismo, garantiu que nunca teve a "indicação do Governo de afrouxamento de procedimentos".

 

O responsável, que adiantou que, este ano, foram fiscalizados 232 operadores económicos e instaurados 78 processos, defendeu a nova abordagem da ASAE relativamente às entidades que fiscaliza.

 

"Não se deve ir a Fátima no dia 12 de Maio, mas sim a 10 ou a 11", afirmou.

 

Relativamente a uma das queixas da associação sindical de reuniões entre agentes económicos com a ASAE no ministério da Economia, que terá resultado no levantamento de uma suspensão que havia sido decidida, Pedro Portugal Gaspar recusou essa relação, garantindo que "apenas é levantada a suspensão quando os resultados do laboratório são negativos", ou seja, quando deixa de haver perigo para a saúde pública.

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