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Remuneração de Pedro Soares dos Santos desceu 5% para 1,9 milhões de euros (correção)

O CEO da Jerónimo Martins auferiu um valor ilíquido de 1,9 milhões de euros no ano passado, contra 2 milhões em 2017.

# Porque Entra - Foi o escolhido por Alexandre Soares dos Santos para o substituir aos comandos do Grupo Jerónimo Martins. Uma escolha que recolheu o apoio de toda a família. Desde que assumiu a liderança da empresa, é a ele que cabe a palavra final nas decisões estratégicas que envolvem o grupo da segunda família mais rica de Portugal. E, por isso, Pedro Soares dos Santos volta a integrar a lista dos Mais Poderosos, substituindo este ano Alexandre Soares dos Santos.
Miguel Baltazar
Carla Pedro cpedro@negocios.pt 18 de Março de 2019 às 18:14
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Pedro Soares dos Santos, presidente executivo da Jerónimo Martins, recebeu em 2018 um valor bruto total de 1,9 milhões de euros, por conta dos cargos desempenhados no grupo retalhista. Teve assim uma redução de 5% face aos 2,009 milhões de euros auferidos no ano precedente (ano em que tinha levado mais 58,3% para casa).


O valor de 2018, revelado esta segunda-feira, 18 de março, no relatório do governo da sociedade divulgado na Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), tem em consideração a remuneração directa da Jerónimo Martins e de sociedades em relação de domínio ou de grupo com a JM.

 

Decompondo esta remuneração, Pedro Soares dos Santos recebeu da Jerónimo Martins 220.500 euros a título da componente fixa e 346.500 euros por conta da componente variável, a que se juntaram 283.500 euros no âmbito do plano de pensões de reforma [remuneração variável anual atribuída e paga em 2018, na sequência da avaliação de desempenho no exercício de 2017].

 

A estes valores juntam-se 409.500 euros de componente fixa e 643.500 euros de componente variável que foram pagos por sociedades em relação de domínio ou grupo com a Jerónimo Martins em que Pedro Soares dos Santos exerceu funções de administração.

 

O CEO da retalhista dona do Pingo Doce viu assim a sua remuneração decrescer na componente variável.


Entre os restantes administradores, Sérgio Tavares Rebelo foi o segundo que mais recebeu em remunerações em 2018, com 130.000 euros de componente fixa directamente da JM e 90.000 euros de componente fixa paga a administradores por outras sociedades em relação de domínio ou de grupo com a dona do Pingo Doce.

 

O valor total ilíquido pago ao conselho de administração da Jerónimo Martins no ano passado foi de 1.543.500 euros, correspondendo 913.500 euros a remuneração fixa, 346.500 euros a remuneração variável e 283.500 euros de contribuições para o plano de pensão de reforma.

 

Além disso, foi pago a administradores, por outras sociedades em relação de domínio ou de grupo com a JM, um valor total ilíquido de 1.193.000 euros.

 

Juntando estes valores, o "board" da retalhista auferiu um valor total de 2.736.500 euros (contra 2.819.250 euros no ano precedente), com Pedro Soares dos Santos a receber 70% deste montante.

(notícia corrigida pois faltava juntar na remuneração deste ano o valor referente ao plano de pensões de reforma. A descida é de 5% e não de 22% como noticiado inicialmente)

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