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Portugal envia PJ e especialistas forenses a Maputo para investigações à morte de banqueiro português

Na sequência da morte (homicídio ou suicídio?) do cidadão português, que era administrador do banco moçambicano BCI, seguirá neste fim de semana para Maputo uma equipa composta por elementos da Polícia Judiciária e do Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses.

Pedro Ferraz Reis, administrador do BCI, encontrado morto num hotel em Maputo.
Pedro Ferraz Reis, administrador do BCI, encontrado morto num hotel em Maputo. D.R.
11:57

Uma equipa composta por elementos da Polícia Judiciária (PJ) e do Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses parte este fim de semana para Maputo para colaborar com as autoridades moçambicanas na investigação à morte do empresário português Pedro Ferraz Reis, administrador do banco BCI, subsidiária em Moçambique do grupo português Caixa Geral de Depósitos (CGD), que morreu na noite da passada segunda-feira num hotel da capital do país.

"Na sequência dos contactos com as autoridades de Moçambique, decorridos ao longo desta semana, e no quadro de cooperação entre autoridades policiais e judiciárias de ambos os países, seguirá neste fim de semana para Maputo uma equipa composta por elementos da Polícia Judiciária e do Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses. A equipa acompanhará as investigações da morte do empresário, Pedro Ferraz Reis, em estreita cooperação com as autoridades judiciárias e policiais", anunciou o Ministério dos Negócios Estrangeiros, este sábado, 24 de janeiro, em comunicado.

As primeiras informações que foram tornadas públicas davam conta de que as investigações policiais apontavam para uma tese de homicídio mas, 12 horas depois, chegaram novos dados: o Sernic (Serviço Nacional de Investigação Criminal) teria fechado a investigação, e classificado a morte como suicídio. Depois, o Sernic indicou que ainda não tinha encerrado a investigação.

As autoridades policiais moçambicanas começaram por anunciar que Pedro Ferraz Correia, de 56 anos, teria sido assassinado, mas, uma dúzia de horas depois, o Serviço Nacional de Investigação Criminal (Sernic) de Moçambique classificou a morte como suicídio, contrariando a primeira versão da polícia.

Inicialmente, o Sernic disse que teria fechado a investigação, mas, mais tarde, vançou que ainda não tinha encerrado a investigação.

Segundo o Sernic, o empresário português “terá tirado a própria vida” ao ingerir “veneno para ratos” e “desferir [com uma de faca de cozinha] vários golpes nos pulsos, nas costas, no pescoço e no peito, na zona do coração”.

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