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Retalho português com oportunidades no Norte de África e Médio Oriente

Os países do Norte de África e Médio Oriente estão a assumir-se cada vez mais como alvos privilegiados de investimento para os grupos de retalho portugueses, diz a consultora estratégica A.T. Kearney.

22 de Julho de 2008 às 15:33

Os países do Norte de África e Médio Oriente estão a assumir-se cada vez mais como alvos privilegiados de investimento para os grupos de retalho portugueses, diz a consultora estratégica A.T. Kearney.

De acordo com a última edição do estudo Global Retail Development Index (GRDI) da A.T. Kearney sobre o desenvolvimento do sector da distribuição de retalho, as regiões do Norte de África e Médio Oriente contam com sete mercados situados nas 20 primeiras posições do estudo e evidenciam indicadores de desenvolvimento alinhados com alguns dos pontos de força de grupos portugueses, em particular da área do retalho alimentar.

O estudo tem por objectivo ajudar as empresas do sector a definir as suas estratégias de expansão internacional. Para isso, a A.T. Kearney classifica os principais países emergentes com base nos riscos económicos e políticos, a capacidade de atracção intrínseca do mercado e a sua economia, o nível de saturação da indústria de retalho e o ritmo de crescimento de superfícies comerciais, refere a consultora.

“Os países do Norte de África e Médio Oriente compõem a região onde se concentra o maior potencial de investimento para o sector do retalho a nível mundial. Com efeito, três países do Norte de África estão situados nas 15 primeiras posições do ranking: Marrocos, Argélia e Tunísia. Estes três países irão crescer, em média, mais de 6% em 2008 graças ao turismo, aos fluxos comerciais com a Europa e à crescente estabilidade política e económica destes Estados”, refere o estudo, salientando que “as relações comerciais e de proximidade existententes com estes países potenciam uma forte relação futura com Portugal”.

A proximidade com o mercado português em termos físicos, bem como no que toca aos padrões de desenvolvimento destes países, pode colocar esta zona como um alvo privilegiado para os grupos de retalho portugueses, que possuem flexibilidade cultural e conhecimentos sobre a abertura de mercados com ofertas modernas no sector. Acresce ainda o conhecido interesse do Governo português por intensificar a cooperação económica com o Magrebe, sublinha a A.T.Kearney.

“As empresas portuguesas estão especialmente bem situadas para se expandirem nestes países graças à sua proximidade geográfica e a um conjunto de factores culturais e de know-how particulares que podem constituir-se como uma vantagem competitiva face a grupos concorrentes europeus ou norte-americanos”, comenta João Rodrigues Pena, “managing director” da A.T. Kearney em Portugal, no comunicado divulgado pela consultora.

“É evidente que a legislação de alguns mercados ainda não permite uma protecção suficientemente eficaz a modelos de negócio de retalho moderno, mas o contexto está a evoluir e observamos já vários retalhistas europeus como a Auchan ou Metro a intensificar actividade no Egipto, em Marrocos, na Argélia ou na Tunísia” refere aquele responsável.

Noutras zonas do globo de alto potencial – China, Índia, Extremo Oriente, Brasil, etc. - os requisitos competitivos já não se coadunam tão bem com as competências da distribuição portuguesa, aponta o estudo.

O mercado português

No que diz respeito ao mercado nacional, a A.T. Kearney diz que “a distribuição portuguesa, com algumas excepções, continua a apresentar níveis de internacionalização muito modestos”.

“Isto decorre, por um lado, de uma série de factores exógenos ao sector, como a actual situação económica internacional e as restrições de acesso a fontes de financiamento. Mas decorre sobretudo de elementos mais intrínsecos ao mercado local, como sejam a reduzida dimensão dos operadores, a falta de experiência em processos de internacionalização e o potencial de concentração ainda em aberto no mercado local”, explica a consultora.

“Estes factores convidam a optar pelo mercado interno, evitando a aventura de experiências noutros mercados. Por outro lado, tratando-se de um contexto de mercado estagnado ou em declive, com limitações à abertura de novas superfícies comerciais e num ambiente altamente competitivo como é o caso do mercado português, tudo apontava para a procura de novas geografias onde apostar”, salienta o estudo.

Entretanto os operadores concentram-se em afinar os seus modelos de negócio, aprofundando a busca de ganhos de eficiência e inovando na diversificação de novos formatos como mecanismos de geração de receitas alternativas. “Face à actual desaceleração económica e à dúvida quanto à sua duração e profundidade, veremos como se defendem e evoluem as diferentes companhias do sector já que, em função da dita evolução, poderiam surgir novas oportunidades de crescimento por via da aquisição, sem ter que arriscar a entrada noutros mercados”, adianta.

Para os operadores portugueses que optem pela internacionalização, a tarefa não será fácil já que, por um lado, os modelos de saída deverão trazer algo de novo aos mercados de destino e, por outro lado, os modelos de sucesso em Portugal podem não ter necessariamente a mesma aceitação noutros países.

“Em todo o caso, os dois maiores grupos nacionais estão claramente virados para o exterior” assinala João Rodrigues Pena. “O Grupo Jerónimo Martins tem desde há anos uma postura internacional agressiva que o conduziu à liderança do mercado polaco, com o volume de negócio externo a ultrapassar hoje o doméstico. E o Grupo Sonae está a apostar em levar os seus bem sucedidos modelos não alimentares para outras paragens, começando por Espanha. São dois exemplos a seguir e não nos surpreenderia ver iniciativas de qualquer um destes Grupos em mercados do Norte de África, onde têm claramente competências distintivas a aportar.”

Vietname no topo

Segundo a mais recente edição do estudo Global Retail Development Index (GRDI), o Vietname é o país mais atractivo do mundo para o investimento no sector do retalho. Após três anos consecutivos em que o “ranking” foi liderado pela Índia, o Vietname conseguiu subir três posições em comparação com o ano anterior e situar-se como o mercado que oferece melhores possibilidades aos investidores da área do retalho.

O forte crescimento do PIB, as alterações legislativas que facilitam a presença de investidores estrangeiros e o aumento do consumo em estabelecimentos de distribuição modernos foram aspectos decisivos para esta ascensão.

Espera-se que o governo vietnamita suprima o controlo sobre a propriedade detida por estrangeiros a 100%, dos estabelecimentos de retalho e, além disso, foi estabelecido um novo programa para o desenvolvimento das superfícies comerciais em 2010. Medidas que foram consideradas depois de observar a modernização comercial que teve lugar noutros países da zona, como a Tailândia, Filipinas e a Malásia.

“O consumidor vietnamita apercebe-se do crescimento do seu poder de compra, e da legislação cada vez mais favorável à entrada de investidores estrangeiros”, refere João Pena. “Não será fácil, mas agora é o momento mais indicado para investir no país. Sobretudo se tivermos em conta que, actualmente as cinco maiores cadeias de distribuição e consumo do país - incluindo a Saigon Co-op, G7 e Casino— representam menos de 3% do mercado”.

A Índia, a Rússia e a China, os países que ocupavam os três primeiros lugares do ranking em 2007, desceram uma posição este ano. Ainda que continuem a ser países com grande potencial de atracção ao investimento, o elevado custo das superfícies comerciais nas grandes cidades destes países, assim como o surgimento de numerosas cadeias de retalho, que aumentaram a competitividade comercial nestes mercados, forçaram os investidores a procurar oportunidades em cidades de menor dimensão, o que reduziu as suas pontuações em relação a 2007.

China e Índia

Apesar de ter perdido o primeiro lugar do “ranking”, a Índia continua a ser um dos países mais atractivos para o investimento retalhista. O seu mercado está avaliado em 510.000 milhões de dólares e o consumo e a maturidade dos consumidores está a crescer muito mais rápido do que era expectável. Ainda assim apareceram certos riscos que poderão atrasar a entrada dos investidores. “As empresas estrangeiras que investirem na Índia terão que enfrentar uma legislação bastante rígida, o elevado preço dos terrenos para uso comercial assim como a forte concorrência de empresas locais”, sublinha a consultora.

Ainda que a China tenha caído para o quarto lugar do “ranking”, a sua economia continua a ser das que mais cresce no mundo. O salário per capita continua a ser baixo devido ao elevado número da sua população, mas o consumo familiar duplicou desde meados dos anos 90 e continua a crescer rapidamente nas grandes cidades do Sul e Leste, refere o estudo.

América Latina e Europa de Leste

As perspectivas de expansão do mercado retalhista na América Latina, principalmente no Brasil, são maiores graças à estabilidade política e económica da região. O PIB e o volume de vendas do retalho estão em crescimento, e a subida dos preços das matérias primas está a aumentar o poder de compra dos consumidores.

Cinco países da região — Chile, Brasil, México, Peru e Colômbia — encontram-se nos 20 países com maior capacidade de atracção. Em 2005 só um destes países fazia parte deste ranking. Alem disso, o Brasil é o país mais atractivo para os retalhistas do sector do textile, diz ainda o estudo da A.T. Kearney.

Os países de Leste e Centro da Europa caem no ranking já que as oportunidades para as cadeias de supermercados e lojas de conveniência provavelmente acabarão dentro de um ou dois anos. Agora é a oportunidade para uma segunda onda de investidores, ou seja, para as empresas especializadas em produtos de bricolage, electrónicos ou têxteis, sobretudo na medida em que os grandes centros comerciais se vão instalando na região. Só 9 dos 12 países que se encontravam no índice do ano passado se mantêm entre os 30 destinos mais atractivos.

De acordo com a última edição do estudo Global Retail Development Index (GRDI) da A.T. Kearney sobre o desenvolvimento do sector da distribuição de retalho, as regiões do Norte de África e Médio Oriente contam com sete mercados situados nas 20 primeiras posições do estudo e evidenciam indicadores de desenvolvimento alinhados com alguns dos pontos de força de grupos portugueses, em particular da área do retalho alimentar.

O estudo tem por objectivo ajudar as empresas do sector a definir as suas estratégias de expansão internacional. Para isso, a A.T. Kearney classifica os principais países emergentes com base nos riscos económicos e políticos, a capacidade de atracção intrínseca do mercado e a sua economia, o nível de saturação da indústria de retalho e o ritmo de crescimento de superfícies comerciais, refere a consultora.

“Os países do Norte de África e Médio Oriente compõem a região onde se concentra o maior potencial de investimento para o sector do retalho a nível mundial. Com efeito, três países do Norte de África estão situados nas 15 primeiras posições do ranking: Marrocos, Argélia e Tunísia. Estes três países irão crescer, em média, mais de 6% em 2008 graças ao turismo, aos fluxos comerciais com a Europa e à crescente estabilidade política e económica destes Estados”, refere o estudo, salientando que “as relações comerciais e de proximidade existententes com estes países potenciam uma forte relação futura com Portugal”.

A proximidade com o mercado português em termos físicos, bem como no que toca aos padrões de desenvolvimento destes países, pode colocar esta zona como um alvo privilegiado para os grupos de retalho portugueses, que possuem flexibilidade cultural e conhecimentos sobre a abertura de mercados com ofertas modernas no sector. Acresce ainda o conhecido interesse do Governo português por intensificar a cooperação económica com o Magrebe, sublinha a A.T.Kearney.

“As empresas portuguesas estão especialmente bem situadas para se expandirem nestes países graças à sua proximidade geográfica e a um conjunto de factores culturais e de know-how particulares que podem constituir-se como uma vantagem competitiva face a grupos concorrentes europeus ou norte-americanos”, comenta João Rodrigues Pena, “managing director” da A.T. Kearney em Portugal, no comunicado divulgado pela consultora.

“É evidente que a legislação de alguns mercados ainda não permite uma protecção suficientemente eficaz a modelos de negócio de retalho moderno, mas o contexto está a evoluir e observamos já vários retalhistas europeus como a Auchan ou Metro a intensificar actividade no Egipto, em Marrocos, na Argélia ou na Tunísia” refere aquele responsável.

Noutras zonas do globo de alto potencial – China, Índia, Extremo Oriente, Brasil, etc. - os requisitos competitivos já não se coadunam tão bem com as competências da distribuição portuguesa, aponta o estudo.

O mercado português

No que diz respeito ao mercado nacional, a A.T. Kearney diz que “a distribuição portuguesa, com algumas excepções, continua a apresentar níveis de internacionalização muito modestos”.

“Isto decorre, por um lado, de uma série de factores exógenos ao sector, como a actual situação económica internacional e as restrições de acesso a fontes de financiamento. Mas decorre sobretudo de elementos mais intrínsecos ao mercado local, como sejam a reduzida dimensão dos operadores, a falta de experiência em processos de internacionalização e o potencial de concentração ainda em aberto no mercado local”, explica a consultora.

“Estes factores convidam a optar pelo mercado interno, evitando a aventura de experiências noutros mercados. Por outro lado, tratando-se de um contexto de mercado estagnado ou em declive, com limitações à abertura de novas superfícies comerciais e num ambiente altamente competitivo como é o caso do mercado português, tudo apontava para a procura de novas geografias onde apostar”, salienta o estudo.

Entretanto os operadores concentram-se em afinar os seus modelos de negócio, aprofundando a busca de ganhos de eficiência e inovando na diversificação de novos formatos como mecanismos de geração de receitas alternativas. “Face à actual desaceleração económica e à dúvida quanto à sua duração e profundidade, veremos como se defendem e evoluem as diferentes companhias do sector já que, em função da dita evolução, poderiam surgir novas oportunidades de crescimento por via da aquisição, sem ter que arriscar a entrada noutros mercados”, adianta.

Para os operadores portugueses que optem pela internacionalização, a tarefa não será fácil já que, por um lado, os modelos de saída deverão trazer algo de novo aos mercados de destino e, por outro lado, os modelos de sucesso em Portugal podem não ter necessariamente a mesma aceitação noutros países.

“Em todo o caso, os dois maiores grupos nacionais estão claramente virados para o exterior” assinala João Rodrigues Pena. “O Grupo Jerónimo Martins tem desde há anos uma postura internacional agressiva que o conduziu à liderança do mercado polaco, com o volume de negócio externo a ultrapassar hoje o doméstico. E o Grupo Sonae está a apostar em levar os seus bem sucedidos modelos não alimentares para outras paragens, começando por Espanha. São dois exemplos a seguir e não nos surpreenderia ver iniciativas de qualquer um destes Grupos em mercados do Norte de África, onde têm claramente competências distintivas a aportar.”

Vietname no topo

Segundo a mais recente edição do estudo Global Retail Development Index (GRDI), o Vietname é o país mais atractivo do mundo para o investimento no sector do retalho. Após três anos consecutivos em que o “ranking” foi liderado pela Índia, o Vietname conseguiu subir três posições em comparação com o ano anterior e situar-se como o mercado que oferece melhores possibilidades aos investidores da área do retalho.

O forte crescimento do PIB, as alterações legislativas que facilitam a presença de investidores estrangeiros e o aumento do consumo em estabelecimentos de distribuição modernos foram aspectos decisivos para esta ascensão.

Espera-se que o governo vietnamita suprima o controlo sobre a propriedade detida por estrangeiros a 100%, dos estabelecimentos de retalho e, além disso, foi estabelecido um novo programa para o desenvolvimento das superfícies comerciais em 2010. Medidas que foram consideradas depois de observar a modernização comercial que teve lugar noutros países da zona, como a Tailândia, Filipinas e a Malásia.

“O consumidor vietnamita apercebe-se do crescimento do seu poder de compra, e da legislação cada vez mais favorável à entrada de investidores estrangeiros”, refere João Pena. “Não será fácil, mas agora é o momento mais indicado para investir no país. Sobretudo se tivermos em conta que, actualmente as cinco maiores cadeias de distribuição e consumo do país - incluindo a Saigon Co-op, G7 e Casino— representam menos de 3% do mercado”.

A Índia, a Rússia e a China, os países que ocupavam os três primeiros lugares do ranking em 2007, desceram uma posição este ano. Ainda que continuem a ser países com grande potencial de atracção ao investimento, o elevado custo das superfícies comerciais nas grandes cidades destes países, assim como o surgimento de numerosas cadeias de retalho, que aumentaram a competitividade comercial nestes mercados, forçaram os investidores a procurar oportunidades em cidades de menor dimensão, o que reduziu as suas pontuações em relação a 2007.

China e Índia

Apesar de ter perdido o primeiro lugar do “ranking”, a Índia continua a ser um dos países mais atractivos para o investimento retalhista. O seu mercado está avaliado em 510.000 milhões de dólares e o consumo e a maturidade dos consumidores está a crescer muito mais rápido do que era expectável. Ainda assim apareceram certos riscos que poderão atrasar a entrada dos investidores. “As empresas estrangeiras que investirem na Índia terão que enfrentar uma legislação bastante rígida, o elevado preço dos terrenos para uso comercial assim como a forte concorrência de empresas locais”, sublinha a consultora.

Ainda que a China tenha caído para o quarto lugar do “ranking”, a sua economia continua a ser das que mais cresce no mundo. O salário per capita continua a ser baixo devido ao elevado número da sua população, mas o consumo familiar duplicou desde meados dos anos 90 e continua a crescer rapidamente nas grandes cidades do Sul e Leste, refere o estudo.

América Latina e Europa de Leste

As perspectivas de expansão do mercado retalhista na América Latina, principalmente no Brasil, são maiores graças à estabilidade política e económica da região. O PIB e o volume de vendas do retalho estão em crescimento, e a subida dos preços das matérias primas está a aumentar o poder de compra dos consumidores.

Cinco países da região — Chile, Brasil, México, Peru e Colômbia — encontram-se nos 20 países com maior capacidade de atracção. Em 2005 só um destes países fazia parte deste ranking. Alem disso, o Brasil é o país mais atractivo para os retalhistas do sector do textile, diz ainda o estudo da A.T. Kearney.

Os países de Leste e Centro da Europa caem no ranking já que as oportunidades para as cadeias de supermercados e lojas de conveniência provavelmente acabarão dentro de um ou dois anos. Agora é a oportunidade para uma segunda onda de investidores, ou seja, para as empresas especializadas em produtos de bricolage, electrónicos ou têxteis, sobretudo na medida em que os grandes centros comerciais se vão instalando na região. Só 9 dos 12 países que se encontravam no índice do ano passado se mantêm entre os 30 destinos mais atractivos.

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