Galp quer “ganhar escala” através da aliança com a Moeve
Na exploração e produção de petróleo, a petrolífera tem já montada a estratégia. Fechado esse dossiê, nomeadamente após o acordo na Namíbia, vira-se para a Moeve para crescer na refinação, mas também na distribuição de combustíveis. Negócio, a acontecer, só no final do ano, ou já em 2027.
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“Estávamos muito concentrados na Namíbia”, no campo petrolífero de Mopane, onde recentemente foi anunciado um acordo em que entregou 40% à Total que ajudará a suportar os investimentos, recebendo ainda posições noutros campos na região. Agora, com esse dossiê encerrado, no negócio do “upstream”, “temos tempo para iniciar esta negociação" com a Moeve, no “downstream”, diz Maria João Carioca, co-CEO da Galp ao Negócios. Estão em cima da mesa duas “joint ventures” na refinação e na distribuição que, a concretizar-se, vai permitir “ganhar escala”.
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