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Galp acorda venda de participação em plataforma flutuante no Brasil por 100 milhões de dólares

A Galp chegou a acordo com a Petrobras para alienar a participação que detém na plataforma petrolífera P-71, que está em construção.

DR/Petrobras
Pedro Curvelo pedrocurvelo@negocios.pt 27 de Outubro de 2020 às 22:51
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A Galp chegou a acordo com a Petrobras para a venda da participação que detém na plataforma flutuante P-71, que se encontra em construção no Brasil, por 100 milhões de dólares, informa esta terça-feira a petrolífera portuguesa em comunicado enviado à CMVM.

A Galp refere que juntamente com a Petrobras e Shell, com quem tem uma parceria no consórcio BM-S-11, acordaram a venda à Petrobras das participações detidas na plataforma flutuante P-71.

A operação insere-se no "enquadramento para desenvolvimentos futuros nos campos gigantes de Tupi e Iracema, localizados no pré-sal da Bacia de Santos". No âmbito deste enquadramento, será elaborado "um Plano de Desenvolvimento atualizado para os campos com o objetivo de identificar projetos de desenvolvimento adicionais resilientes aos baixos preços do petróleo".

Nesse sentido, a Galp indica que cerca de 30% dos 100 milhões de dólares serão recebidos ainda este ano e o remanescente será pago em prestações ao longo de 2021.

A empresa liderada por Carlos Gomes da Silva assinala que "para além da preservação de caixa a curto prazo, decorrente da venda da FPSO [plataforma], os acordos representam um passo claro na ambição de longo prazo da Galp em aumentar o fator de recuperação de Tupi e Iracema, apoiando o desenvolvimento de opções de criação de valor e aumentando ainda mais a eficiência e a resiliência de longo prazo destes projetos".

A Galp, através da Petrogal Brasil, detém uma participação de 9,209% nos campos de Tupi e de 10% nos de Iracema. A Petrobras detém 65% e a Shell 25%.
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