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Gás natural cai abaixo dos 50 dólares pela primeira vez desde 2021

É a primeira queda abaixo deste patamar em 17 meses. Descida acontece quando estamos a assinalar quase um ano da invasão da Ucrânia pela Rússia

gás natural
gás natural Hannibal Hanschke /Epa
17 de Fevereiro de 2023 às 11:15

O gás negociado em Amesterdão (TTF) – referência para o mercado europeu – caiu pela primeira vez em 17 meses abaixo da fasquia dos 50 euros por megawatt-hora, à medida que a crise energética no bloco parece recuar.

O TTF segue a cair 4,8% para 49,5 euros por megawatt-hora, o nível intradiário mais baixo desde setembro de 2021. Os analistas acreditam que esta evolução do preço do gás natural é um sinal de que os países da União Europeia vão evitar riscos de escassez no abastecimento neste inverno e no próximo, segundo o Financial Times.

O pico no preço do gás aconteceu em agosto do ano passado quando a Rússia frz cortes significativos no abastecimento dos países do Velho Continente. De então para cá, o valor já recuou 85%. A meteorologia também ajudou, já que os meses de inverno na Europa foram menos severos do que o esperado, levando a um menor consumo.

Desde o início do ano, o gás negociado em Amesterdão já tombou 35%. Já desde o pico de agosto do ano passado, esta queda é ampliada para 80%.

A crise energética parece assim dar sinais de menor pressãor, à medida que o bloco tenta reduzir o consumo de energia e o clima mais ameno reduz a procura por esta matéria-prima. A nível global os maiores fluxos de gás entre EUA e Catar também têm pressionado os preços.

Já em janeiro, os preços do gás natural davam sinais de estar a recuar para níveis pré-guerra, com os contratos futuros de referência a caírem até 11% graças às temperaturas invulgarmente altas que se fazem sentir neste mês de janeiro de 2023 por todo o continente que aliviaram os receios de uma crise prolongada do lado do fornecimento.

Aliás, no início deste ano os locais de armazenamento ainda estavam "quase 84% cheios e a procura moderada o período natalício e de Ano Novo permitiu redobrar os esforços de reserva. Essas reservas ajudarão a Europa a resistir uma eventual onda de frio no final do inverno e reduzirá o défice de abastecimentos de gás a partir da Rússia", segundo a Bloomberg.

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