Portugal não precisa de nuclear agora, "mas não se deve descartar no futuro", diz DGEG
Diretor-geral de Energia e Geologia classifica a decisão do nuclear como política e aponta a soberania energética como argumento de longo prazo. O armazenamento por baterias surge como prioridade imediata após o apagão.
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Portugal não tem, neste momento, necessidade de recorrer à energia nuclear, mas essa opção não deve ser afastada no horizonte de longo prazo por razões de soberania energética. A posição foi assumida por Paulo Carmona, diretor-geral de Energia e Geologia, numa audição na Comissão de Ambiente e Energia dedicada à análise do apagão de 28 de abril de 2025.
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