Portugal pode evitar crise energética, mas o Governo admite risco se o choque durar meses
Ministra do Ambiente e Energia diz que desfecho depende das negociações internacionais e admite que prolongamento da pressão nos mercados pode obrigar a medidas. Bruxelas prepara quadro para apoiar setores mais expostos. Portugal está mais protegido na eletricidade, mas combustíveis continuam a ser uma vulnerabilidade.
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Portugal pode escapar a uma crise energética, mas o cenário continua dependente da evolução das negociações internacionais para o fim da guerra no Médio Oriente e da duração do atual choque nos mercados, admitiu Maria da Graça Carvalho, à margem de um evento na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, sinalizando que o Governo está a preparar respostas caso a pressão se prolongue.