Boavista já está em leilão online: uma casa por 653 mil euros, uma loja por 203 mil

Os primeiros ativos imobiliários começam a chegar à praça, com a indicação de que o restante património do insolvente clube “vai estar em leilão eletrónico brevemente”.
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Foto: D.R. Leilão online do Boavista inclui casa por 653 mil euros e loja por 203 mil euros Foto: D.R. Edifício na Boavista em leilão, incluindo casa e loja Foto: D.R. Leilão online inclui casa e loja na Boavista, com outros ativos a seguir brevemente Foto: D.R. Leilão online do Boavista inclui casa e loja no Porto Foto: D.R. Leilão online inclui casa e loja do Boavista na Boavista, Porto
Rui Neves 10:48

Após cair no fundo, quer em termos desportivos quer financeiros, com mais de 150 milhões de euros de dívidas e uma guerra aberta entre SAD e clube, o histórico emblema axadrezado vê o seu património chegar à praça.

No âmbito do processo de insolvência do Boavista Futebol Clube, foram agora colocados em leilão eletrónico os primeiros ativos imobiliários do clube, entre os quais é possível licitar um apartamento T1 Duplex, situado junto ao Estádio do Bessa, pelo valor base de 653.016 euros, com preço mínimo fixado em 567.840 euros.

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O apartamento conta com uma área bruta privativa de 145,40 metros quadrados, três varandas, garagem e arrumos, descreve a Leilosoc, leiloeira responsável pela operação.

Também no acervo da insolvente encontra-se uma loja, situada no mesmo complexo imobiliário, com um valor base de venda de 203.348 euros e um valor mínimo de 176.825 euros.

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Acresce 28 lugares de garagem, com o valor base de cada um a oscilar entre os 23.322 e os 59.478 euros.

“São uma oportunidade de investimento competitiva tanto para consumidor final como para investidores, uma vez que estão localizados numa zona da cidade do Porto onde a procura de estacionamento supera amplamente a oferta do mesmo”, considera a Leilosoc, sinalizando que “o restante património do Boavista Futebol Clube vai estar em leilão eletrónico brevemente”

Entretanto, a administradora de Insolvência exonerou o presidente do clube, Rui Garrido Pereira, e a restante direção, passando controlo da gestão a estar sob a alçada direta da gestora judicial, Maria Clarisse Barros.

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O encerramento da atividade do clube está, por ora, suspenso, após o acionista maioritário da SAD, Gérard López, ter disponibilizado 54.180 euros em fevereiro para assegurar as despesas correntes deste mês, evitando, assim, o fecho imediato de portas.

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