Indústria CaixaBank BPI sobe preço-alvo da Corticeira Amorim para 12,5 euros

CaixaBank BPI sobe preço-alvo da Corticeira Amorim para 12,5 euros

Os analistas da instituição financeira reviram em alta o preço-alvo da Corticeira Amorim e cada ação foi avaliada em mais 50 cêntimos. O CaixaBank BPI subiu também a recomendação, de "neutral" para “comprar”.
CaixaBank BPI sobe preço-alvo da Corticeira Amorim para 12,5 euros
Gonçalo Almeida 12 de setembro de 2019 às 18:52

O CaixaBank BPI aumentou o preço-alvo da Corticeira Amorim, de 12 para para 12,5 euros, o que lhe confere um potencial de subida de 26% do preço por ação face ao fecho da sessão desta quinta-feira. A média de preços-alvo para a empresa é de 12,32 euros, segundo a Bloomberg. 

Na sessão de hoje, a Corticeira valorizou 1,02% para os 9,93 euros por ação.

Além do "price target", Bruno Bessa, analista do banco, aumentou também a recomendação da empresa liderada por António Rios de Amorim, de "neutral" para "comprar".

"A Corticeira Amorim é uma empresa de qualidade, que agora mostra uma previsão de lucros melhor e uma valorização mais atrativa, levando-nos a subir a recomendação da ação para "comprar", pode ler-se na nota de análise do CaixaBank BPI, a que o Negócios teve acesso. 

    O analista do banco antevê uma margem de expansão grande em 2020 e 2021 para a empresa, muito por causa da redução entre 7% a 8 % dos custos das matérias-primas durante este ano e que sortirá efeitos no próximo.

    No entanto, o CaixaBank BPI cortou a estimativa do EBITDA para 2019-20 em 5% para refletir a prestação mais fraca da unidade de revestimentos. "Ainda assim, incluímos uma redução do custo de materiais de 5% e 3%, nas colheitas de 2020 e 2021, respetivamente, o que nos levou a melhorar a margem do EDITDA para 2022 para 21,5% (antes era de 20,7%)", acrescentou.

    A Corticeira Amorim registou um lucro de 40,4 milhões de euros no primeiro semestre deste ano, o que representa uma descida de 2,1% face ao mesmo período do ano passado. Esta quebra aconteceu num período em que o aumento dos custos das matérias-primas foi parcialmente compensado pelo crescimento dos preços e volume de vendas e por ganhos de eficiência.

    Nota: A notícia não dispensa a consulta da nota de "research" emitida pela casa de investimento, que poderá ser pedida junto da mesma. O Negócios alerta para a possibilidade de existirem conflitos de interesse nalguns bancos de investimento em relação à cotada analisada, como participações no seu capital. Para tomar decisões de investimento deverá consultar a nota de "research" na íntegra e informar-se junto do seu intermediário financeiro. 




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